Café com ADM
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O Negócio Turismo

Surpreende o poder do turismo como fator de desenvolvimento econômico nessa nova sociedade que anseia por serviços limpos, aproxima pessoas e, infelizmente, o descaso do governo com o assunto. Estamos hoje assistindo ao ex patinho feio da sociedade, a agricultura, mostrar seu poder e tecnologia. Salva a pátria e enriquece as regiões mais carentes, enquanto desenvolve a indústria. Estamos exportando tratores como nunca, depois que se tornou possível usá-los na produção interna. Chama-se escala de produção. Descobrimos que produzir alimentos é importante e tem mercado certo. Sabemos fazer, temos tecnologia, solo, clima e, o mais importante, poucos podem competir conosco. Foram muitos anos menosprezando o setor e tentando copiar indústrias onde o capital é fator preponderante e onde somos pobres. Uma miopia sem tamanho, ou foco. E, voltando ao tema, estamos cometendo, com o turismo, o mesmo erro... Talvez daqui a 30 anos, depois de perdas e danos, possamos nos retratar... Há poucos meses fomos surpreendidos com uma pesquisa encomendada pelo Ministro do Turismo, um dos ministros que administra sua Pasta, numa república que prima por assuntos de comadres. O que não é privilégio desse governo, pois nossa matéria prima política... Deixa pra lá! Enfim, na pesquisa sobre o que cativava o turista estrangeiro, entre praia, beleza natural, diversidade etc, destacou-se, com 52% da preferência, um recurso que só nós temos. Não pode ser copiado. Tal como foi feito com a agricultura, temos é que administrar e tirar proveito dele. Usar a recém criada marca Brasil para divulgar essa grande característica desse nosso país. Seu povo! Simples como isso: 52% dos turistas estrangeiros consideraram como maior atrativo do Brasil o...Brasileiro! Para copiar esse produto vão ter que montar, aqui, uma linha de produção de brasileiros... Minas tem trabalhado bem, recentemente, o produto turístico. A Estrada Real é um exemplo. Mas temos que, focando, sermos mais ambiciosos. Desenvolver com as Prefeituras e o Estado projetos integrados visando atrair os fornecedores de divisas em troca de nossas montanhas, comidas e modo de ser. Um produto limpo, civilizado, grande gerador de emprego e que, hoje, tem mão de obra qualificada, preparada por várias faculdades. Estamos com um grande número de, quase profissionais, aguardando somente uma oportunidade de gerar recursos. Divisas. Empregos. Chega de mediocridade. Aos jovens já incomoda essa lassidão. Vamos pensar e investir no futuro. No breve futuro!
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