O Médio Paraíba que eu quero.

(E POR FALAR EM DESENVOLVIMENTO)O MÉDIO PARAÍBA É UMA REGIÃO PRÓSPERA. Segundo a visão de alguns empresários e políticos influentes é, inclusive, o berço do desenvolvimento tecnológico e metal-mecânico do interior do estado. Fala-se, inclusive, em um Médio Paraíba que no futuro representará para o Estado o que a região Norte representa hoje. A diferença entre nós e eles é que lá as riquezas hoje exploradas são finitas. Já o que estamos construindo por aqui é algo mais consistente que está sendo construído as custas de um projeto ousado e planejado para o médio e longo prazo (ao menos é isso que esperamos). Se analisarmos o desenvolvimento da região Norte entenderemos isso. Quem viajar para Campos, Macaé ou Quissamã, lugares altamente beneficiados pelo ouro negro (petróleo) perceberá que o verdadeiro desenvolvimento lá passa longe, pelo menos no que diz respeito à infra-estrutura viária, já que é muito mais fácil de lá ir a Vitória (ES) do que ao Rio. Já o Médio Paraíba que não possui o beneficio do petróleo precisa, portanto, (re) descobrir suas potencialidades, pois contamos com grandes oportunidades, entre elas a facilidade de acesso ao Porto de Sepetiba (que precisa apenas de via alternativas como, por exemplo, a RJ 149 que liga Rio Claro à Mangaratiba), a via Dutra, que é de longe muito superior ao acesso a região Norte e um grande benefício que é a de estar entre as metrópoles Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Fala-se inclusive numa MEGALÓPOLE formada por estas três metrópoles onde o centro de desenvolvimento seria o Médio Paraíba. Otimismo meu? Espero que não. Contamos com inúmeras possibilidades que, por falta de apoio público, não andam. Não se ouve mais falar nas reuniões do POLITEC Médio Paraíba (Pólo Industrial e Tecnológico do Médio Paraíba) que vinha sendo brilhantemente conduzido pelo METALSUL e cheguei até a citar algumas vezes em minhas colunas. Será que faltou ao POLITEC Médio Paraíba apoio governamental ou simplesmente sintonia entre os diversos atores privados envolvidos no processo?
BEM, DE QUALQUER FORMA, NÃO IMPORTA! O que importa e o que eu e a população da nossa região deseja é que o Médio Paraíba transforme-se em um PÓLO DE DESENVOLVIMENTO e que deixe de lado esta dependência nociva da CSN e que busque um novo caminho. Espero, sinceramente, que se olhe para as outras diversas possibilidades. E neste ínterim destaco a forma visionária coma o Centro Universitário de Volta Redonda UNIFOA tem se posicionado. Meus parabéns ao FOATEC (www.unifoa.edu.br/foatec) que nasce e se prepara para apoiar o desenvolvimento de nossa região. Esse é

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