O homem-ossanha e suas complicações

"O homem que diz vou, não vai, porque quando foi já não quis"

Finalmente chegou 2016, um novo ano.

E como sempre, é momento de refletir.

Começamos a pensar nos planos que não botamos em prática, nos sim’s e não’s que deixamos de dar.

Dos pontapés iniciais que nos faltaram. E pouco pensamos no que efetivamente fizemos.

Se relacionarmos num papel tudo o que fizemos incluindo o que não estava planejado, talvez possamos ver com mais clareza que, apesar dos percalços, conseguimos realizar algo.

A inércia é fruto do medo, das palavras que nos imobilizam, da procrastinação, da ligação que não fizemos, dos e-mails que não enviamos, ou que não lemos. Das reuniões onde não expressamos nossa opinião, dos encontros que fingimos ir, da incapacidade da ação.

Ficamos presos no presente, buscando soluções para corrigir o passado, e nos esquecemos de construir o futuro.

Este tempo que perdemos é que faz com que demoremos para tomar decisões que terão muito mais impacto na nossa vida e no nosso trabalho.

Ficamos buscando modelos e exemplos, enquanto os movimentos são diferentes.

Precisamos testar, arriscar, ir e não fingir que foi.

Dar um passo para que o mar se abra.

Corremos mais riscos se ficarmos parados.

#Botaprafazer em 2016.

Em tempo, ouça O Canto de Ossanha:

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