O futuro político do Brasil

O objetivo do artigo é analisar a política brasileira a partir dos escândalos recentes, visto que, os personagens diretos mencionados nos noticiários são homens públicos, eleitos pelo povo e com a missão de promoverem bem estar à população

Hoje (15/12) amanhecemos com mais uma notícia de que a Polícia Federal estava em incursão a um político. E o pior de tudo... na casa do Presidente da Câmara Federal.

Neste contexto, ressaltamos que os personagens principais que estão preenchendo os noticiários policiais, são aqueles eleitos pelo povo e que assumem papeis de gestores.

São homens públicos, que carregam em seus ombros a missão de promoverem a qualidade de vida à população, através dos recursos públicos (arrecadados através de impostos e contribuições dos cidadãos de bem) e que deveriam pelo menos por obrigação ética e moral velar pela legislação e constituição brasileira.

Em uma breve analogia entre política nacional e modelo de gestão empresarial, podemos afirmar, sem sombras de dúvidas que há tempos, vivenciamos uma organização falida, inescrupulosa e parcialmente interesseira, em que atributos principais, como: honradez, autenticidade e confiabilidade se exíguem cada dia mais.

Outra questão que nos inquieta é o fator ideológico, que até então deveria ser sustento às bases políticas, e que segundo nossa percepção, não está mais sendo utilizada e balizada como referencial comportamental, haja vista, que os modelos adotados tanto pela direita, esquerda e suas ramificações são aparentemente as mesmas. Se não for aos atos políticos, serão nas oratórias e discursos municipalistas, estadistas ou nacionalistas. Para complementar essa opinião, basta investigarmos recentes casos de abusos e descomedimento políticos nos últimos anos. Quem são os envolvidos? De quais agremiações fazem parte? Com certeza, serão partidários de todas as legendas e até mesmo lideranças dessas siglas.

Neste intento, qual será o futuro político do Brasil?

Assim como uma organização séria, acreditamos que apenas uma reforma severa, inflexível à favorecimentos aos agentes políticos, e principalmente, realizada pela sociedade civil, poderia dar jeito nessa situação calamitosa que a cada dia denigre a imagem do povo brasileiro, além de emperrar o desenvolvimento da nação.

Enquanto grupos e máfias estiveram à frente do poder, ainda mais, sofreremos os impactos negativos da ingerência pública.

Portanto, temos dois caminhos a seguirmos: o primeiro, acordamos e buscamos agir com coerência perante esses fatos desastrosos, ou, silenciosos, afundaremos nesse mar de lama cada vez mais acatingado.

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