No meio de uma crise, o que de fato vale à pena?

Nasci nos anos 90, na época em que o Plano Real e a estabilização das taxas de inflação foram os marcos importantes para a política econômica e fiscal do país

Nos decorrentes anos 90 como definições do que o estado deveria ter em mãos e em que ele deveria se preocupar; a política tinha em si o objetivo de controlar a inflação e o déficit no setor público; sendo que as empresas públicas passaram a ser vendidas, as barreiras tarifárias foram descartadas e as empresas multinacionais foram entrando no país; processo esse que correu de forma mais acelerada nos governos dos anos 90.

No governo de Collor; tinha apenas 3 anos de idade; quando o processo de privatização correu frouxo e foram vendidas empresas que nos pertenciam entre elas (siderúrgicas, petroquímicas, petrolíferas, telecomunicações e energia elétrica); algumas era monopólio do estado.

De lá para cá; o Brasil entrou em crise, saiu de crise, entrou de novo, saiu de novo e nesse vai e vem a única coisa que temos certeza é de que a culpa é de quem governa.

A corrupção tamanha em nosso país; altas taxas de impostos, de juros; investimentos em coisas desnecessárias; aplicabilidade de recursos públicos de forma errada em todos os sentidos, seja nesse governo ou nos anteriores é que tem nos feito pesar o bolso nesse momento.

É importante ainda deixar bem claro; que se não estou enganado há mais ou menos 5 anos; estávamos nós brasileiros numa condição mais confortável; financiamento estudantil em alta; cadeia produtiva acelerada; apesar da crise nos Estados Unidos conseguimos nos manter estável apesar ainda das demissões em massa que houve no país com a última crise internacional.

As pessoas tinham oportunidade de comprar carro, casa e enfim, vivemos um tempo de glória.

O problema do governo atual foi justamente esse “ceder demais”; cedeu tanto que perdeu o controle das contas e dos gastos públicos; perdeu o poder de governabilidade do país e agora começou os cortes.

Não haveria outra saída! Não haveria salvador da pátria nas últimas eleições.

Se não há saída para Dilma, não haveria alternativa nem pra Marina, nem pra Aécio e quem quer que seja. A bomba tinha que estourar e ia estourar na mão de quem fosse.

É fato consumado de que a forma que se governou o país, colocava ele em total desequilíbrio.

O que não sabíamos ou o que víamos era apenas a ponta do iceberg que existia; ou seja; tinha tanta coisa abaixo daquela ponta, que só enxergávamos o superficial.

Estamos em crise e agora o que fazer?

Educação é o caminho!

Se quisermos sair da crise a educação criativa é o caminho; é preciso fazer dinheiro, é preciso que ele se torne rentável, é preciso que o dinheiro escasso no comércio fique na sua mão por muito tempo.

Em tempos de crise o melhor que se tem a fazer é investir naquilo que pode te dar retorno; os retornos em curto e médio prazo são excelentes, mas você corre muito risco e é tudo o que não podemos nesse momento.

Logo o caminho mais seguro é estudar!

Investir na sua formação profissional, num curso técnico compatível ao que o mercado necessita nesse momento, ou ingressar na faculdade, numa graduação é o primordial e vital; caso você queira manter-se vivo!

Assim você irá adquirir conhecimento e com certeza em tempos de crise, o que o mercado mais procura são pessoas competentes que ajude as organizações a saírem do sufoco de forma criativa.

Não dependa do governo para nada, apenas estude!

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