Não se Trata Apenas de uma Equação

Para elaborar o preço de venda de um produto, é comum apenas considerar a somatória dos custos de operação/produção e a margem de lucro desejada. Este fato pode representar um sério equivoco por parte de alguns gestores, com o desafio de estabelecer preços justos, pois acima de tudo o consumidor não pode ser prejudicado. A precificação não pode ter como regra, o repasse automático da inflação, para o valor final do produto. O empresário deve atentar também para fatores como: o custo de oportunidade do dinheiro, quanto que teria rendido caso aplicado no mercado financeiro ou em ativos sem risco, como poupança e renda fixa, e também o ganho financeiro proporcionado pelo prazo concedido pelos fornecedores, o importantíssimo ciclo financeiro, comprar a prazo e vender a vista. É fundamental definir os preços de acordo com o valor percebido pelo consumidor e não em função dos custos ou da concorrência, conhecer toda a estrutura tributária incidente, analisar a lucratividade apenas com os custos de reposição, considerar as margens de contribuição unitárias de cada produto, avaliar os impactos dos prazos operacionais em relação ao capital de giro e conhecer o ponto de equilíbrio e utilizá-lo de modo a melhorar a competitividade e a lucratividade. Saúde, Paz e Sucesso!
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