Café com ADM
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MORAR E ESTUDAR NO EXTERIOR:
MORAR E ESTUDAR NO EXTERIOR:

MORAR E ESTUDAR NO EXTERIOR:

<i><b>Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro, diria que o fiz diferentemente melhor</b></i>

Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro, diria que o fiz diferentemente melhor.

Morar e estudar no exterior traduz a mais perfeita desordem na vida de uma pessoa. Uma desordem lapidada que amplia a passos largos a forma como vemos, imaginamos, sentimos e vivemos. Os olhos aprendem um universo novo e os passos levam-nos com tamanha rapidez que surpreendem-nos com seus segredos.


Nossos vícios e hábitos desordenados, antes preservados em local seguro no conforto de nossa rotina, cedem espaço aos dias que abrem lágrimas de saudade do que se vai transformando no que se conquista.

Transformado se torna não apenas o mundo de nosso conhecimento formal com o curso que escolhemos fazer, como também, e principalmente, transformado nos tornamos amplamente caso nos permitamos tal privilégio. A verdade é que ninguém volta incólume de uma experiência como essa. Se me perguntarem mil vezes se vale à pena, responderei mil vezes que sim. Sentiria cada uma das mil vidas de cada resposta.

Mas vamos da poesia ao mundo das horas pois é chegado o momento de virar algumas páginas e saltar ao pragmático que atende aos anseios de curiosidade de tantos que respiram estas palavras na tentativa de decifrar seus próprios planos de um dia tomar um avião e viver tudo isso num século pessoal surpreendido.

Antes, no entanto, ressalto que não pretendo ser tomado como exemplo de nada. Apenas, sinto-me livro lido que incentiva e estimula. Apenas isso, nada mais. Como se pudesse ser pouco se, de fato, tiver êxito.

O plano de estudar no exterior nasce meio que secreto, meio que proibido, meio que negado por seu próprio dono. Negado não por nada tão grave senão pelo próprio auto-afastamento da chance de se permitir correr o risco real de obter a viabilidade de ir ao encontro do plano. Como reverter? Vejamos alguns passos que podem ser bastante úteis ao processo de reflexão e planejamento.

O primeiro passo, e mais importante, para quem tem realmente o desejo de morar e estudar no exteior, é ser coerente com seu plano de vida. Ou seja, estudar no exterior não deve, na medida do possível, ser uma fuga à falta de oportunidades no país de orígem, apenas. Deve ser, sobretudo, uma escolha que respeita o futuro que se deseja ter. Uma opção aceita, uma decisão estudada, em outras palavras. Esteja seguro de que isto é realmente o que deseja. Faça seus planos e, estando em paz com suas secretas vozes interiores, procure viabilizar com paciência e persistência a conquista do êxito de tentar.

O segundo passo é dedidar algumas horas semanais ao processo de pesquisa das universidades e cursos (idiomas, graduação, especialização, mestrado ou doutorado) no exterior. É fundamental abrir espaço para que tijolos formem torres aos sonhos. Uma ótima dica é pesquisar os sites na internet especializados nesse tipo de informação como, por exemplo, o Universia (www.universiabrasil.net). Para quem não está pensando em (ou não pode) custear seu curso, a dica é pesquisar os sites dos órgãos de financiamento e consessão de bolsas de estudo como, por exemplo, da Alban (www.programalban.org), da Fundação Ford (www.programabolsa.org.br/), do Cnpq (www.cnpq.br) entre muitos outros. Fico à disposição para enviar uma relação com muitos sites e mais algumas dicas aos que enviarem-me um pedido por email.

O terceiro passo é conversar, trocar e-mails com pessoas que viveram ou mesmo vivem a experiência de estudar no exterior. Mas atenção: aproxime-se das que traduzem a dificuldade e concedem os verdadeiros ensinamentos que facilitem, na medida do real e do possível, o processo. Afaste-se das que versionam a realidade tentando cerrar portas num discurso que fantasia e aumenta dificuldades revelando, na verdade, uma tentativa egoísta de auto-promoção como conquistador de um prêmio restrito aos seus brilhantes predicados. Esses mentem-se e ao mundo por vaidade e necessidade de serem pouco ou nada perto do que gostariam.

O quarto passo é encontrar apoio na família e nos relacionamentos. Viver alguns meses ou anos longe de casa exigirá receber o fundamental conforto dos que ficarão na nossa saudade diária, principalmente nos momentos difíceis quando o coração aperta sentindo falta do tanto que é importante e que ficou, ao menos temporariamente, para trás. E acredite, isso será importantíssimo para que as lágrimas sejam apenas de saudade.

O coração deste pequeno texto guarda a dica que considero ser a principal: permita-se! Se tens a vontade de realizar esse sonho não a deixes calar. Dê-lhe espaço real, não ilusão, e faça planos concretos. Tenho certeza de que um universo de oportunidades lhe aguardará no percurso e no retorno. Sucesso!

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