Mindset MVP

O que eu aprendi em um fim de semana de imersão

Recentemente, eu participei do Startup Weekend São Luís e de todas as coisas boas que tirei do evento, uma me fez refletir sobre os medos que nós temos, principalmente aquele de ser rejeitado ou mesmo de ser motivo de chacota. Essa coisa se chama MVP (sigla em inglês para Minimum Viable Product).

Por bastante tempo eu posterguei isso que faço agora, escrever, por medo de meu texto não ser bom o suficiente e virar motivo de piadas, de não ser tão aceito e eu ficar mal por isso ou por um problema que assola muitos: o perfeccionismo. Depois desse fim de semana, imerso durante 54 horas, esse estalo me veio à cabeça: e se nós simplesmente nos lançássemos em algo que acreditamos sermos bons? E se por um instante esquecêssemos que aquilo que vão achar pode nem se confirmar e aí estaremos perdendo a chance de mostrar nossas habilidades? Foi pensando nisso que percebi o quão aquele evento, além de ter sido uma experiência incrível, fez-me mudar a mentalidade.

Dias após essa reflexão, ao conversar com um amigo, ele me perguntou algo que tinha tudo a ver com meu estalo sobre o MVP: “Matheus, quantos produtos a Apple tem? ” Respondi-o e logo em seguida ele tornou a perguntar: “E as concorrentes? Tu sabes exatamente quantos elas têm? Milhares, né? Pois é, Steve Jobs concentrou seus esforços em lançar um produto e a partir de ali aperfeiçoá-lo constantemente. Hoje, a maçãzinha é a uma das empresas mais valiosas do mundo. ” Depois disso eu fiquei pensando: tudo começou com um primeiro passo, o MVP. O cara lá deixou o medo de lado e foi lançando, errando, corrigindo e sempre aperfeiçoando o produto.

E com essa reflexão eu te pergunto: e se simplesmente você fizesse o que há muito adio? Pode dar errado, aí você aprende e melhora. Mas também pode dar muito certo.

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