Café com ADM
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Mexa-se, pelo amor de Deus!

“Todos os caminhos estão errados quando você não sabe aonde quer chegar.” ―William Shakespeare

O ano tem 365 dias e a maioria das pessoas conseguem lamentar-se por 367. Sim, todos os dias! O acaso não é responsável pelo boom de artigos e livros de auto ajuda que, cada vez ganham mais espaço nas prateleiras das livrarias. Mas, vamos combinar? Já ficou chato!

Problemas todos têm e você não é o único privilegiado por tê-los e nem pode culpa-los por seus resultados insatisfatórios. Não responsabilize a desmotivação resultante da derrota de ontem pela perda de hoje, e nem desista por isso! Mas vamos com calma.

Ninguém pode condená-lo(a) por desistir. Aliás, desistência faz parte da vida mesmo como estratégia. Não vou me dar ao trabalho de explicar isso! Navegue neste portal. Inúmeros artigos explicam.

Algumas pessoas pegam no batente religiosamente as 09 e saem as 18. Obrigado! Mas isso é o mínimo que se espera de você. Horas extras regularmente? Legal, para adiantar o trabalho ou não deixar os problemas de hoje somarem com os de amanhã? Porque há muitas tarefas que nos leva às horas extras, e há compromisso pessoal com o trabalho, talvez? Suponhamos que seja isso: então fazemos horas extras para cumprir o que esperam que façamos, logo, concluindo, não há nada de especial em cumprir a meta do dia. Se reclamamos disso, e normalmente é o que acontece, o gerente liga para o RH e pede alguém com mais energia, que dê conta do trabalho dentro do horário estabelecido, porque no fim, você (ou eu) não dá conta das tarefas. Pois é.

Quando a culpa pelo seu fracasso será sua? Porque ela já foi do chefe chato, do colega desonesto, falso amigo e sabe lá quem além destes! Por favor! Deixar a porta aberta e culpar o ladrão pelo furto é fugir muito da responsabilidade, vamos combinar. Seu sucesso profissional ou realização pessoal são medidos pelo grau de empenho e dedicação empregados em qualquer área da sua escolha. Dedicar-se muito e não ver resultados é sinal que precisamos reavaliar a “dedicação”, porque o problema está aí!

Auto ajuda? Joga tudo fora! Que se danem esses livros! Esse mercado da depressão só serve para promover livros a status de best sellers!

Sabe a semelhança de um livro desses para um antidepressivo? A sensação de bem estar e determinação duram o decurso do tratamento ou da leitura. É uma relação de dependência e muitos alimentam esta condição consumindo material e enriquecendo pessoas que não tem o menor interesse de ver esse mercado diminuir.

Sinto muito falar assim! Se algum livro de auto ajuda ou com alguma fórmula-para-o-sucesso-profissional foi útil a você, por favor, deixe seu comentário e o nome do livro que ainda hoje te põe em movimento (só não vale a Bíblia, mas entendo se ela passou pela sua cabeça – passou pela minha)! O mundo precisa saber o que realmente funciona.

E esse é o mal do administrador incompetente: planeja tanto que esquece a execução (apesar de planejá-la também). Planejar por planejar é o mesmo que viver se alimentando de sonhos. É um vício profissional e pessoal, só que podemos entender sobre este segundo que “planejamento” é sinônimo de “pensar” e só isso não basta.

A vida é feita das consequências das decisões que nos trouxeram aqui, logo, novas decisões podem nos tirar da condição insatisfatória que nos encontramos. Os casos dos idosos que conquistam o diploma de ensino fundamental, médio e faculdade, são ótimos exemplos de que é possível sim, e nunca tarde, para tomarmos uma decisão revolucionária.

Assuma sua vida! Não espere ser valorizado numa empresa que não te enxerga ou por alguém que pouco te valoriza. A vida é muito maior que isso e persistir em pensamentos derrotistas, enquanto se espera dos céus o milagre que somos capazes de operar na nossa própria vida, é insano! Caso não saiba, e aqui fica a dica (sem #), o peso do problema é menor quando a cabeça está erguida.

Eu paguei o preço pela inércia. Tomei remédios e li pilhas de auto ajuda até me dar conta que o tempo todo era eu que não fazia o que devia ser feito (sempre me impressionava quando lia isso naqueles livros, como se somente naqueles momentos a ficha caísse – e caíram várias fichas). Depois eu pensava, e só pensava, nos objetivos maiores sem me atentar que o caminho até eles passam pelas metas menores (e os livros também diziam isso). No fim, eu gostava mais de ver a mim mesmo, em pensamento, superando o problema que trabalhando em algo para mudar efetivamente.

A estagnação, concluindo, é consequência de não fazer nada além do mínimo necessário. Não se engane: ninguém fica parado como muitos pensam, só não caminham certo. E muitos destes, sabendo o caminho certo, só dedicam tempo a pensar em como será percorrê-lo. A felicidade é objetivo de todos, mas poucos sabem aonde precisam ir para alcança-la.

O mundo está aí para ser conquistado por nós e por isso pare de pensar “vou fazer” e faça de uma vez! Lembrem-se que as pessoas que te amam também precisam que você e sofrem ao vê-lo(a) sofrer.

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