Metodologias ágeis ou tradicionais: quais são as melhores para meu projeto?

Muitos profissionais de projetos têm esta dúvida com frequência, enquanto outros defendem uma ou outra metodologia com unhas e dentes, como se fosse seu time de futebol. Mas do ponto de vista objetivo e gerencial, qual seria melhor abordagem para um projeto em particular?

A gestão de projetos parece algo burocrático? Parece uma atividade abstrata sem outro benefício do que “acompanhar o andamento das atividades”? O pessoal do escritório de projetos (PMO) é visto como um inquisidor que exige preencher documentos aparentemente inúteis? Reclama-se da “falta de tempo”? O projeto depende do sacrifício dos profissionais?

Estes são sintomas de um problema comum nos projetos: a escolha da metodologia errada, como descrito nas “101 causas frequentes de falhas”© nos projetos, do livro “Murphy on Projects: causas frequentes de falhas nos projetos e como preveni-las”. Como podemos escolher a metodologia certa?

Metodologias são um recurso que o gestor escolhe de acordo com as necessidades do seu projeto. A escolha da metodologia precisa ser resultado de uma analises e não de preferência pessoal. Profissionais que dominam somente uma metodologia podem ser fortes defensores da mesma, pois como diz o ditado: “quando se tem um martelo na mão tudo parece um prego”. Aplicar a metodologia errada pode levar o projeto ao fracasso.

Diferenças entre as metodologias

As metodologias se dividem em dois grandes grupos, metodologias tradicionais e metodologias ágeis. Os frameworks PMI e PRINCE2 são exemplos das abordagens tradicionais. Nas metodologias ágeis podemos mencionar SCRUM, Dynamic System Development Method (DSDM), Extreme Programming, Feature-Driven Development.

Em todas as metodologias de projetos existem planejamento antes da execução, não existe metodologia que predique agir sem planejar. A primeira grande diferença entre as metodologias é quanto planejamento antecipado se faz. Nas metodologias tradicionais se planeja muito com antecedência, todo o percorrido do projeto é planejado. Nas metodologias Ágeis o planejamento é feito de forma iterativa e incremental, descobrindo o percurso no caminho.

Para visualizar melhor as diferenças entre as duas abordagens, podemos fazer a analogia das metodologias tradicionais com uma viagem de trem e as ágeis com uma viagem de barco. A viagem de trem é planejada com antecedência e com detalhes, com base no entendimento do que deverá acontecer durante a viagem: passar pela estação X as Y horas do dia tal. Enquanto na viagem de barco, tem um ponto de início e um ponto de destino, mas não se tenta predizer o detalhe de cada ponto entre início e fim. Se garante que se chegará ao destino, mas sem detalhar o percurso com antecedência.

Metodologias ágeis focam em resolver o problema com um orçamento e prazo fixo. Se o problema é construir uma moradia, será construído um barraco ou uma casa dependendo do prazo e orçamento disponível, mas uma solução será entregue, mesmo que esta não seja 100% aquilo que o cliente espera. Nas metodologias tradicionais as especificações são mais importantes que o prazo e custo: o cliente pode querer um carro com 140 HPs, 5 portas, completo e não menos do que isso. Todos os detalhes são definidos com antecedência, o prazo e custo necessário para atingir essas especificações será uma consequência. No cenário Agile, o cliente precisa de um veículo e está disposto a aceitar uma bicicleta, uma moto um carro, sempre que resolva seu problema com o prazo e orçamento disponível. Em termos técnicos, os dois tipos de abordagem se diferenciam na forma como tratam as restrições de prazo, custo, especificações e qualidade.

Qual abordagem escolher?

Na abordagem ágil, se planeja e executa várias vezes, o produto é apA gestão de projetos parece algo burocrático? Parece uma atividade abstrata sem outro benefício do que “acompanhar o andamento das atividades”? O pessoal do escritório de projetos (PMO) é visto como um inquisidor que exige preencher documentos aparentemente inúteis? Reclama-se da “falta de tempo”? O projeto depende do sacrifício dos profissionais?

Estes são sintomas de um problema comum nos projetos: a escolha da metodologia errada, como descrito nas “101 causas frequentes de falhas”© nos projetos, do livro “Murphy on Projects: causas frequentes de falhas nos projetos e como preveni-las”. Como podemos escolher a metodologia certa?

Metodologias são um recurso que o gestor escolhe de acordo com as necessidades do seu projeto. A escolha da metodologia precisa ser resultado de uma analises e não de preferência pessoal. Profissionais que dominam somente uma metodologia podem ser fortes defensores da mesma, pois como diz o ditado: “quando se tem um martelo na mão tudo parece um prego”. Aplicar a metodologia errada pode levar o projeto ao fracasso.

Diferenças entre as metodologias

As metodologias se dividem em dois grandes grupos, metodologias tradicionais e metodologias ágeis. Os frameworks PMI e PRINCE2 são exemplos das abordagens tradicionais. Nas metodologias ágeis podemos mencionar SCRUM, Dynamic System Development Method (DSDM), Extreme Programming, Feature-Driven Development.

Em todas as metodologias de projetos existem planejamento antes da execução, não existe metodologia que predique agir sem planejar. A primeira grande diferença entre as metodologias é quanto planejamento antecipado se faz. Nas metodologias tradicionais se planeja muito com antecedência, todo o percorrido do projeto é planejado. Nas metodologias Ágeis o planejamento é feito de forma iterativa e incremental, descobrindo o percurso no caminho.

Para visualizar melhor as diferenças entre as duas abordagens, podemos fazer a analogia das metodologias tradicionais com uma viagem de trem e as ágeis com uma viagem de barco. A viagem de trem é planejada com antecedência e com detalhes, com base no entendimento do que deverá acontecer durante a viagem: passar pela estação X as Y horas do dia tal. Enquanto na viagem de barco, tem um ponto de início e um ponto de destino, mas não se tenta predizer o detalhe de cada ponto entre início e fim. Se garante que se chegará ao destino, mas sem detalhar o percurso com antecedência.

Metodologias ágeis focam em resolver o problema com um orçamento e prazo fixo. Se o problema é construir uma moradia, será construído um barraco ou uma casa dependendo do prazo e orçamento disponível, mas uma solução será entregue, mesmo que esta não seja 100% aquilo que o cliente espera. Nas metodologias tradicionais as especificações são mais importantes que o prazo e custo: o cliente pode querer um carro com 140 HPs, 5 portas, completo e não menos do que isso. Todos os detalhes são definidos com antecedência, o prazo e custo necessário para atingir essas especificações será uma consequência. No cenário Agile, o cliente precisa de um veículo e está disposto a aceitar uma bicicleta, uma moto um carro, sempre que resolva seu problema com o prazo e orçamento disponível. Em termos técnicos, os dois tipos de abordageA gestão de projetos parece algo burocrático? Parece uma atividade abstrata sem outro benefício do que “acompanhar o andamento das atividades”? O pessoal do escritório de projetos (PMO) é visto como um inquisidor que exige preencher documentos aparentemente inúteis? Reclama-se da “falta de tempo”? O projeto depende do sacrifício dos profissionais?

Estes são sintomas de um problema comum nos projetos: a escolha da metodologia errada, como descrito nas “101 causas frequentes de falhas”© nos projetos, do livro “Murphy on Projects: causas frequentes de falhas nos projetos e como preveni-las”. Como podemos escolher a metodologia certa?

Metodologias são um recurso que o gestor escolhe de acordo com as necessidades do seu projeto. A escolha da metodologia precisa ser resultado de uma analises e não de preferência pessoal. Profissionais que dominam somente uma metodologia podem ser fortes defensores da mesma, pois como diz o ditado: “quando se tem um martelo na mão tudo parece um prego”. Aplicar a metodologia errada pode levar o projeto ao fracasso.

Diferenças entre as metodologias

As metodologias se dividem em dois grandes grupos, metodologias tradicionais e metodologias ágeis. Os frameworks PMI e PRINCE2 são exemplos das abordagens tradicionais. Nas metodologias ágeis podemos mencionar SCRUM, Dynamic System Development Method (DSDM), Extreme Programming, Feature-Driven Development.

Em todas as metodologias de projetos existem planejamento antes da execução, não existe metodologia que predique agir sem planejar. A primeira grande diferença entre as metodologias é quanto planejamento antecipado se faz. Nas metodologias tradicionais se planeja muito com antecedência, todo o percorrido do projeto é planejado. Nas metodologias Ágeis o planejamento é feito de forma iterativa e incremental, descobrindo o percurso no caminho.

Para visualizar melhor as diferenças entre as duas abordagens, podemos fazer a analogia das metodologias tradicionais com uma viagem de trem e as ágeis com uma viagem de barco. A viagem de trem é planejada com antecedência e com detalhes, com base no entendimento do que deverá acontecer durante a viagem: passar pela estação X as Y horas do dia tal. Enquanto na viagem de barco, tem um ponto de início e um ponto de destino, mas não se tenta predizer o detalhe de cada ponto entre início e fim. Se garante que se chegará ao destino, mas sem detalhar o percurso com antecedência.

Metodologias ágeis focam em resolver o problema com um orçamento e prazo fixo. Se o problema é construir uma moradia, será construído um barraco ou uma casa dependendo do prazo e orçamento disponível, mas uma solução será entregue, mesmo que esta não seja 100% aquilo que o cliente espera. Nas metodologias tradicionais as especificações são mais importantes que o prazo e custo: o cliente pode querer um carro com 140 HPs, 5 portas, completo e não menos do que isso. Todos os detalhes são definidos com antecedência, o prazo e custo necessário para atingir essas especificações será uma consequência. No cenário Agile, o cliente precisa de um veículo e está disposto a aceitar uma bicicleta, uma moto um carro, sempre que resolva seu problema com o prazo e orçamento disponível. Em termos técnicos, os dois tipos de abordagem se diferenciam na forma como tratam as restrições de prazo, custo, especificações e qualidade.

Qual abordagem escolher?

Na abordagem ágil, se planeja e executa várias vezes, o produto é aprimorado de forma incremental até se obter algo que atenda ao cliente. Essa abordagem é útil em projetos de software. Mas o planejamento de uma missão espacial não pode ser feito de forma incremental, pois todas as funcionalidades e todas as falhas precisam ser antecipadas. Não se pode trazer de volta um satélite e corrigir para a situação que não foi prevista ou incluir a funcionalidade que foi esquecida. O mesmo acontece com operações militares, aonde erros custam vidas, ou em projetos de fusões de empresas, aonde os erros custam milhões.

Ciclo do projeto: sequencial ou iterativo?

Nas metodologias tradicionais as etapas seguem uma ordem linear: é necessário terminar uma etapa para continuar na seguinte. Costuma se disser que são metodologias “em cascata”, fazendo analogia com a metodologia “waterfall”. Em metodologias como PMI, a execução exige que o planejamento seja finalizado, com uma definição clara do que precisa ser feito, e espera-se que essa definição não mude, para evitar retrabalho. No desenvolvimento de software costuma-se usar a expressão “freeze definition”, “congelar a definição” para indicar que não serão aceitas alterações na especificação quando se entra na fase de execução.

Nas metodologias ágeis existem ciclos de planejamento-execução, a cada ciclo o produto é aprimorado, em cada iteração o produto se aproxima da solução que atende o objetivo.

A cultura da empresa na escolha da metodologia

A escolha da metodologia depende fortemente da cultura da empresa. Num ambiente aonde o cliente pede um produto com especificações detalhadas e não tolera menos do que isso, se precisará de qual metodologia? Se pensou Agile, esta não é a melhor opção neste caso e sim a abordagem tradicional, pois as especificações têm que ser atendidas sim ou sim. Mas se precisamos desenvolver um protótipo de produto e o cliente não sabe exatamente qual, mas tem disponibilidade de colaborar ativamente para achar aquele que atende a sua necessidade, uma abordagem ágil se faz viável.

Percepção do valor das metodologias

Se os envolvidos reclamam da burocracia, na verdade podem não estar percebendo o valor das atividades. Por exemplo, quando não se está convencido de que gerenciar riscos é importante e vital, qualquer atividade relacionada à gestão de riscos vai ser vista com um processo que consome tempo desnecessário. Mas se está entendida a importância de prevenir qualquer coisa que ameace o sucesso do projeto, a gestão de riscos passará a ser melhor percebida.

O gestor precisa mostrar os benefícios de uma metodologia de gestão de projetos e guiar os interessados na sua adoção. Porém, o gerente não terá sucesso comunicando o valor do uso das metodologias se ele mesmo não tem claras suas vantagens e o porquê de uma ou outra abordagem!

Metodologias são meio não fim

Metodologias são um recurso a disposição do gestor. Algumas empresas desenvolvem suas próprias metodologias para adequá-las aos seus contextos: Microsoft usa MSF, IBM usa RUP, o exército americano usa o MDMP e governo suíço usa Hermes nos seus projetos de TI. Cabe ao gestor fazer uma avaliação pragmática do cenário e avaliar qual abordagem ajudará aumentar as chances de sucesso de cada projeto.

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Qual abordagem escolher?

Na abordagem ágil, se planeja e executa várias vezes, o produto é aprimorado de forma incremental até se obter algo que atenda ao cliente. Essa abordagem é útil em projetos de software. Mas o planejamento de uma missão espacial não pode ser feito de forma incremental, pois todas as funcionalidades e todas as falhas precisam ser antecipadas. Não se pode trazer de volta um satélite e corrigir para a situação que não foi prevista ou incluir a funcionalidade que foi esquecida. O mesmo acontece com operações militares, aonde erros custam vidas, ou em projetos de fusões de empresas, aonde os erros custam milhões.

Ciclo do projeto: sequencial ou iterativo?

Nas metodologias tradicionais as etapas seguem uma ordem linear: é necessário terminar uma etapa para continuar na seguinte. Costuma se disser que são metodologias “em cascata”, fazendo analogia com a metodologia “waterfall”. Em metodologias como PMI, a execução exige que o planejamento seja finalizado, com uma definição clara do que precisa ser feito, e espera-se que essa definição não mude, para evitar retrabalho. No desenvolvimento de software costuma-se usar a expressão “freeze definition”, “congelar a definição” para indicar que não serão aceitas alterações na especificação quando se entra na fase de execução.

Nas metodologias ágeis existem ciclos de planejamento-execução, a cada ciclo o produto é aprimorado, em cada iteração o produto se aproxima da solução que atende o objetivo.

A cultura da empresa na escolha da metodologia

A escolha da metodologia depende fortemente da cultura da empresa. Num ambiente aonde o cliente pede um produto com especificações detalhadas e não tolera menos do que isso, se precisará de qual metodologia? Se pensou Agile, esta não é a melhor opção neste caso e sim a abordagem tradicional, pois as especificações têm que ser atendidas sim ou sim. Mas se precisamos desenvolver um protótipo de produto e o cliente não sabe exatamente qual, mas tem disponibilidade de colaborar ativamente para achar aquele que atende a sua necessidade, uma abordagem ágil se faz viável.

Percepção do valor das metodologias

Se os envolvidos reclamam da burocracia, na verdade podem não estar percebendo o valor das atividades. Por exemplo, quando não se está convencido de que gerenciar riscos é importante e vital, qualquer atividade relacionada à gestão de riscos vai ser vista com um processo que consome tempo desnecessário. Mas se está entendida a importância de prevenir qualquer coisa que ameace o sucesso do projeto, a gestão de riscos passará a ser melhor percebida.

O gestor precisa mostrar os benefícios de uma metodologia de gestão de projetos e guiar os interessados na sua adoção. Porém, o gerente não terá sucesso comunicando o valor do uso das metodologias se ele mesmo não tem claras suas vantagens e o porquê de uma ou outra abordagem!

Metodologias são meio não fim

Metodologias são um recurso a disposição do gestor. Algumas empresas desenvolvem suas próprias metodologias para adequá-las aos seus contextos: Microsoft usa MSF, IBM usa RUP, o exército americano usa o MDMP e governo suíço usa Hermes nos seus projetos de TI. Cabe ao gestor fazer uma avaliação pragmática do cenário e avaliar qual abordagem ajudará aumentar as chances de sucesso de cada projeto.

rimorado de forma incremental até se obter algo que atenda ao cliente. Essa abordagem é útil em projetos de software. Mas o planejamento de uma missão espacial não pode ser feito de forma incremental, pois todas as funcionalidades e todas as falhas precisam ser antecipadas. Não se pode trazer de volta um satélite e corrigir para a situação que não foi prevista ou incluir a funcionalidade que foi esquecida. O mesmo acontece com operações militares, aonde erros custam vidas, ou em projetos de fusões de empresas, aonde os erros custam milhões.

Ciclo do projeto: sequencial ou iterativo?

Nas metodologias tradicionais as etapas seguem uma ordem linear: é necessário terminar uma etapa para continuar na seguinte. Costuma se disser que são metodologias “em cascata”, fazendo analogia com a metodologia “waterfall”. Em metodologias como PMI, a execução exige que o planejamento seja finalizado, com uma definição clara do que precisa ser feito, e espera-se que essa definição não mude, para evitar retrabalho. No desenvolvimento de software costuma-se usar a expressão “freeze definition”, “congelar a definição” para indicar que não serão aceitas alterações na especificação quando se entra na fase de execução.

Nas metodologias ágeis existem ciclos de planejamento-execução, a cada ciclo o produto é aprimorado, em cada iteração o produto se aproxima da solução que atende o objetivo.

A cultura da empresa na escolha da metodologia

A escolha da metodologia depende fortemente da cultura da empresa. Num ambiente aonde o cliente pede um produto com especificações detalhadas e não tolera menos do que isso, se precisará de qual metodologia? Se pensou Agile, esta não é a melhor opção neste caso e sim a abordagem tradicional, pois as especificações têm que ser atendidas sim ou sim. Mas se precisamos desenvolver um protótipo de produto e o cliente não sabe exatamente qual, mas tem disponibilidade de colaborar ativamente para achar aquele que atende a sua necessidade, uma abordagem ágil se faz viável.

Percepção do valor das metodologias

Se os envolvidos reclamam da burocracia, na verdade podem não estar percebendo o valor das atividades. Por exemplo, quando não se está convencido de que gerenciar riscos é importante e vital, qualquer atividade relacionada à gestão de riscos vai ser vista com um processo que consome tempo desnecessário. Mas se está entendida a importância de prevenir qualquer coisa que ameace o sucesso do projeto, a gestão de riscos passará a ser melhor percebida.

O gestor precisa mostrar os benefícios de uma metodologia de gestão de projetos e guiar os interessados na sua adoção. Porém, o gerente não terá sucesso comunicando o valor do uso das metodologias se ele mesmo não tem claras suas vantagens e o porquê de uma ou outra abordagem!

Metodologias são meio não fim

Metodologias são um recurso a disposição do gestor. Algumas empresas desenvolvem suas próprias metodologias para adequá-las aos seus contextos: Microsoft usa MSF, IBM usa RUP, o exército americano usa o MDMP e governo suíço usa Hermes nos seus projetos de TI. Cabe ao gestor fazer uma avaliação pragmática do cenário e avaliar qual abordagem ajudará aumentar as chances de sucesso de cada projeto.

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