Metas para 2016: interação, colaboração e autoconhecimento são os caminhos

Esses passos levarão à realização e felicidade pessoal e profissional

Cada objetivo alcançado é um ponto de felicidade. Para atingirmos as metas planejadas para 2016, em busca da realização profissional e pessoal, as empresas, seus colaboradores e equipes devem ter em mente como e com quais ferramentas podem atingi-las. Dar pequenos passos rumo aos novos objetivos é importante para que se tenha a sensação de estarmos atingindo-os. No mundo corporativo é assim que funciona também. Buscamos vencer as etapas cotidianamente.

A base para pensar em novas metas para 2016 está no autoconhecimento, fundamental nos dias de hoje, e nos variados instrumentos organizacionais. Para planejar o próximo ano lembro que é importante que as empresas refaçam alguns roteiros, relembrem e reconheçam os aprendizados adquiridos ao longo de 2015.

Deve-se iniciar por uma lista de execuções do ano que se encerra, com analise sobre desempenho, importância e relevância. Olhar para o que passou e observar os sentimentos, pensamentos e aprendizados acumulados. Para realizar-se no futuro, é preciso refletir sobre o passado, saber o que foi e o que não feito, o que alcançamos ou não. E, a partir disto, definir as próximas metas.

Certamente, o balanço que fazemos de 2015 é de um ano difícil para as empresas, seus líderes, gestores e colaboradores. A crise econômica brasileira que atingiu a todos, em maior ou menor grau, exigiu muita energia física e cerebral na busca por soluções que pudessem manter os negócios e os postos de trabalho operando. Empresas que souberam ajudar seus colaboradores a se concentrarem em soluções e que propiciaram insights para suas equipes, podem ter se saído melhor.

Ao investir no desenvolvimento de seus funcionários, estas empresas tornaram-se também mais competitivas no mercado. Provavelmente, incentivaram a interação e a colaboração de seus colaboradores e valorizaram o autoconhecimento.

Instrumentos Organizacionais

O coaching e a neurociência são ferramentas que propiciam saber como cada pessoa funciona e como obter o melhor de cada um. O autoconhecimento diminui as chances de frustração e o aumenta a satisfação nos relacionamentos interpessoais. O coaching viabiliza autoconhecimento profundo e a neurociência ajuda a construir novas formas de raciocínio para trabalhar melhor a inteligência emocional.

No novo processo organizacional que se desenha em todo mundo, onde a interação e a colaboração devem ser mais dinâmicas, será preciso utilizarmos formas mais estratégicas para as nossas funções cerebrais, associando o límbico (setor emocional do sistema nervoso) com o neocórtex (seu setor racional), em uma equalização entre emoção e razão.

Instrumento de inteligência emocional validado no mundo, o EQ-i 2.0, é capaz de ajudar empresas e colaboradores a equacionar competências emocionais e sociais que influenciam na forma como nos percebemos e nos expressamos, como mantemos relacionamentos sociais e seu impacto nas pessoas e no mundo corporativo.

A melhoria da sua Inteligência emocional não é um fator estatístico e pode ser mudado e melhorado ao longo do tempo, bem como desenvolvido para áreas específicas. O autoconhecimento e inteligência emocional fazem parte das nossas vidas e da complexa organização social que vivemos, onde é preciso integrar afeto e razão, com compreensão, para nos auxiliar na melhor realização de nossas ações cotidianas.

Também como instrumento importante no auxílio a empresas e colaboradores, encontramos o MBTI, uma ferramenta que identifica os tipos psicológicos com base nos estudos de Carl Gustav Jung. Esta tipologia indica os aspectos da personalidade, proporciona autoconhecimento através do destaque dos pontos fortes e das armadilhas, a fim de trabalhar o desenvolvimento pessoal e profissional e ajuda a determinar as preferências de cada indivíduo. O MBTI mostra o modus operandi de cada pessoa, o jeito dela se relacionar e a tendência natural de agir com os outros.

Embora seja importante, não basta apenas planejar 2016. É preciso investir no desenvolvimento e na felicidade pessoal e profissional de cada funcionário. O coaching, a neurociênciae outras ferramentas organizacionais são peças-chaves, tanto para um planejamento mais sólido agora como para manter-se competitivo ao longo do próximo ano.

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