Menos intervenção, mais crescimento!

As constantes intervenções do governo na economia atrapalham o crescimento do país. Uma intervenção gera outra intervenção para corrigir a primeira, criando um circulo vicioso sem fim. Basta! Deixemos que reine o livre mercado.

combater a inflação. Ela apontou que para que isso ocorra, talvez seja necessário elevar a taxa de juros, porém, em um percentual menor que o realizado em anos anteriores.

Um pouco antes disso, Dilma havia afirmado, durante discurso em São Paulo, que a inflação no Brasil está sob controle e avaliou que a tendência é que diminua ao longo deste ano, assim como ocorreu em março, que teve inflação de 0,47%, ante de 0,60% registrado em fevereiro.


Especialistas avaliam que é provável que o Copom mantenha a taxa de juros inalterada em 7,25%, justamente para não prejudicar o crescimento da economia brasileira, que já caminha a passos lentos – o aumento do PIB em 2012 foi de 0,9%.

Na realidade, poucos sabem o que pode acontecer. O que permanece claro é que o governo continua tomando medidas paliativas, agindo nas consequências ao invés de agir diretamente nas causas.

Se estivesse realmente preocupado com a inflação e o crescimento da economia, estaria agindo na contenção e redução da máquina e do gasto publico – que cresceu 3% no ano passado e contraste ao crescimento da economia – e em uma reforma trabalhista e tributária eficaz, que pudesse dar competitividade às empresas, afim de que essas possam produzir mais, gerar mais empregos, melhores salários, gerando um maior consumo. Enfim criando um circulo virtuoso.

Para que isso ocorra é preciso um planejamento de longo prazo. É preciso que se pense além de um período de quatro a oito anos. Na hora da pratica, se faz necessário deixar de lado ideologias e demagogias e aplicar o que realmente funciona.

Em economia, já testamos Marx e Keynes e inclusive temos exemplos de experiências desastrosas com esses modelos como a antiga URSS, Venezuela, Cuba e Coreia do Norte. Temos aplicado o modelo intervencionista de Keynes há muitos anos aqui no Brasil e tivemos nada mais do que poucos avanços e muitos retardos. Permanecemos como o “país do futuro”, mas futuro esse que nunca chegou e parece não chegar nunca.

Chega de intervir! Chega desse Estado pesado que nos promete muito, nos custa caro e não entrega nada além de mais impostos!

Já é mais do que hora de aplicarmos os ensinamentos de pensadores liberais como Mises e Hayek. Deixemos que o livre mercado seja mestre da economia.


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