Meio ambiente: crise hídrica

A falta d'água e suas consequências

A falta d’água, para muitos, era apenas uma fantasia que muitos ambientalistas e ecologistas disseram e dizem. Entretanto, isso não está muito distante de nossa realidade. O Brasil enfrenta uma das maiores crises hídricas de sua história nos anos de 2014-2015. A ONU até realizou uma pesquisa, onde mais de 40% das reservas hídricas do mundo podem encolher até 2030. Isto é, a realidade está muito mais próxima do que a fantasia que nos envolveu por anos e anos. E por que só agora o Brasil se viu tão envolvido no problema da água? O Governo se viu na obrigação de divulgar para tomar medidas eficazes e por meio delas, mudar a situação caótica atual.

O povo se acomodou com as facilidades do mundo, a tecnologia e a praticidade juntamente com a falta de tempo, quem nunca tomou longos banhos ou lavou o carro com água da mangueira? Ou até mesmo usou a mangueira como vassoura para empurrar o lixo? As pessoas somente começam a pensar em tomar providências com relação a isso quando seus bolsos foram afetados. O fato é: contas de água e luz mais caras. Muitas pessoas não se importam em pagar a mais, afinal quem se importa com a falta de água? Muitas delas nem sabem que em fevereiro de 2015, a reserva hídrica de Santa Branca, que abastece Rio de Janeiro saiu da capacidade mínima. Criar a conscientização na população é essencial para o país sair da crise. Mas não só criar esse senso, como também o de mudarmos o modo que vemos o mundo, porque, de maneira geral, ele precisa de cuidados, assim como cuidamos de nós mesmos. O Meio Ambiente está reagindo de sua forma e nos faz seguir conforme sua mudança, sendo ela positiva ou não. A ONU, destacou a crise da água e a poluição do ar como prioridades e procura destacar a conscientização das grandes indústrias e na população para a diminuição dos estragos causados no planeta Terra.

Em São Paulo, o racionamento se tornou uma realidade, quando as chuvas, que foram tão aguardadas, não vieram. O Cantareira, um de seus principais reservatórios, trabalhou com volume morto nos anos de 2014-2015 e mais de 70% dos reservatórios da região sudeste tiveram poucas chuvas em suas localidades e trabalharam com baixas quantidades no volume de água, alguns até mesmo com volume morto. A questão não é só o Governo se virar nos 30 para poder virar esse quadro, é provocar na população, o amor pelas conquistas que possuímos. O Brasil é o país com a maior quantidade de água doce do mundo, então, como isso pode acontecer justamente com os maiores portadores desse privilégio? O Brasil investe, mas não está sendo suficiente. Países no oriente médio investem a dessalinização, que é o processo de remover o sal da água do mar, já que lá não há água potável com abundância e talvez, com isso, o Brasil, seguindo o exemplo desses países, encontre novas formas de reagir para com o Meio Ambiente que também reage aos efeitos que o homem fez e faz. É hora de mudar o pensamento e economizar, mas também, buscar novas fontes de água, para que o futuro do país encontre um ambiente saudável para viver e se desenvolver como cidadão conscientizado.

Referência bibliográfica:

http://www1.folha.uol.com.br/especial/2014/crise-da-agua/

http://g1.globo.com/economia/crise-da-agua/noticia/2015/03/40-das-reservas-hidricas-do-mundo-podem-encolher-ate-2030-diz-onu.html

http://www.revistaecologico.com.br/noticia.php?id=3001

http://www.mma.gov.br/informma/item/10224-pa%C3%ADses-definem-medidas-de-sustentabilidade-ambiental

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