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Marketing de conteúdo: Cinco erros que irão fazer sua estratégia de conteúdo andar para trás
Marketing de conteúdo: Cinco erros que irão fazer sua estratégia de conteúdo andar para trás

Marketing de conteúdo: Cinco erros que irão fazer sua estratégia de conteúdo andar para trás

As táticas e estratégias do marketing de conteúdo que antes eram impressionantes, agora talvez seja um pouco obsoleta.

Produtores de marketing de conteúdo bem sucedidos devem progredir de acordo com mudança da empresa se eles querem realmente ser obter sucesso. Quais “novos” erros você está cometendo? Veja aqui os top 5.

Primeiro erro: Nós usamos marketing de conteúdo para linkbuilding (construção de links).

O antigo SEO (Sistema de Otimização de Busca) era baseado em uma estratégia para adquirir links de outro site, denominada link building. O mantra era: “quanto mais links no seu site, melhor para seu negócio”. Marketing de conteúdo seguia esta estratégia de construção de links, produzindo conteúdos para conseguir mais links. Isso mudou. Agora, ao invés de quantidade de links, existem outros fatores que influenciam na classificação e influencia do site, como citações, menções a marcas e qualidade dos links.

Se você está criando conteúdo só pelos links, você terá problemas. O Google não é muito favorável com nada que se presuma ser link building. Então, qual é o objetivo do marketing de conteúdo?

John Hall, presidente do Influence & Co., compartilhou 5 objetivos de negócios para marketing de conteúdo:

  • Percepção da marca
  • Fidelidade à marca
  • Educação do cliente
  • Comprometimento com o cliente
  • Recrutamento de talento

Notavelmente fora desta lista estão traffic (tráfego), eclick-through rates (métrica frequência com que as pessoas que visualizam seu anúncio clicam nele). Hall é enfático ao falar sobre isso: “Links promocionais e outros maravilhosos petiscos que a empresa pensa que irão refletir diretamente no crescimento do fluxo no seu site, acaba passando por spam, diminuindo a qualidade do conteúdo e danificando severamente a credibilidade”. Leitores são espertos, sendo assim, criar um artigo com a intenção de atrair fluxovai apenas prevenir o público de beber o Kool-Aid que você está servindo.

Tráfegoainda é uma coisa boa e eu sou a favor do uso construção de tráfegodo jeito certo. Se você conseguir links, ótimo. Considere isso como um subproduto, mas não defina como seu objetivo.

Segundo erro: Quanto mais conteúdo, melhor.

Antes costumava ser assim, se você produzia mais conteúdos, então você ganhava o jogo. Entretanto, hoje a geração de conteúdo superou o volume de pesquisa.

Rank Fishkin do Moz chama isso de “fadiga de conteúdo”.

De acordo com Fishkin, o marketing de conteúdo está atingindo um ponto assustador. “ Seja o que for que vocês está fazendo...é melhor que seja incrivelmente diferente de modo que você consiga obter público rápido, antes que o mundo dos conteúdos vá do marasmo para o superpopuloso, campo hiper competitivo onde se destacar em meio a clientes entediados que é fatigosos vai ser 10 vezes mais difícil do que é hoje.

Tao do Twitter, o autor Mark Schaefer chama isso de “choque de conteúdo”. Termo diferente, mas o mesmo significado. Ele diz: Choque de conteúdo (é) a época de marketing emergente definido quando o crescimento exponencial de volumes de conteúdo limita a capacidade do ser humano de consumi-lo.

Joe Pulizzi do CMI levantou a bandeira da proliferação de conteúdo por um tempo. O ponto de partida dele é esse: Estou satisfeito com mais.

Vou usar um exemplo de interação pessoal. Você gosta mais quando as pessoas mais ou quando falam mais alto? Você gosta do constante bombardeio de falar, falar e falar?

Não. Em conversação, mais não é melhor. Não é muito diferente em marketing de conteúdo. As pessoas que a gente ouve de verdade são aquelas que realmente têm algo a dizer (algo que vale a pena ouvir), que convenha de um modo que nós preferimos ouvir.

Agora, ao invés de dizer aos produtores de marketing de conteúdo para produzirem mais, os experts no assunto estão nos dizendo para produzir melhor. Nós precisamos de novas nuances.

Melhore conteúdo pode significar menos conteúdo. É impossível conseguir produzir os melhores conteúdos possíveis na velocidade da luz.

Melhor conteúdo tem um limite superior. Você só consegue atingir o melhor. Da mesma forma que temos o teto limite para quantidade, também temos o teto limite para qualidade. Quanto alcançamos este limite, nós temos que encontrar uma nova direção, e esta, talvez seja o caminho da diferença, não do melhor.

Conteúdo melhor depende do público. Não significa artigos mais longos e detalhados, com a gramática e ortografia perfeita. Melhor conteúdo é o conteúdo que conquista o público no modo mais direto e mais prazeroso.

Terceiro erro: Se eu criar, eles vêm.

A frase mais famosa do filme Campo dos Sonhos: “Se você fizer, ele virá” se tornou uma espécie de mantra para muitos na indústria de marketing de conteúdo.

O problema é que este mantra “Se você criar, eles virão” não é verdade”.

Como expliquei no Advanced Guide to Content Marketing, “O segredo do marketing de conteúdo se resume a 3 coisas: criar bom conteúdo, se certificar de que ele seja encontrado em mecanismos de busca e promove-lo aos seus seguidores.

Se você não comercializar seu conteúdo, então todo seu esforço para o marketing de conteúdo irá fracassar e morrer.

Quando falamos sobre o porquê do fracasso do marketing de conteúdo, Moz’s Fishkin nos explica assim: “Nós criamos o conteúdo, as pessoas clicam, compram e eu ganho o dinheiro”.

Ao ponto de vista de Fishkin não é tão simples: Vamos mudar então a citação: “Se você criar e promover, eles virão”.

Quarto erro: Um blog é o melhor meio de fazer marketing de conteúdo.

Muitos pensam que marketing de conteúdo significa ser “blogueiro”. Marketing de conteúdo é mais do que a criação de um blog a publicação de artigos. Esta é só umas das muitas formas de uma ampla e bem sucedida estratégia de marketing de conteúdo.

Existem muitas formas de marketing de conteúdo que pode prosperar com ou sem um blog.

  • Infográficos
  • Vídeos
  • eBooks
  • Papeis brancos
  • Apresentação de slide
  • Podcasts
  • Concursos/sorteios
  • Bate papo/interação
  • Seminários pela web
  • Pin boards
  • Screencasts

O blog seria a melhor opção para o marketing de conteúdo? Talvez. Eu obtive muito sucesso com blogging, mas isso pode não ser o melhor para todo o tipo de negócio. Na verdade, eu sei por experiência que alguns tipos de negócio não deveriam depender de um blog para seus esforços com o marketing de conteúdo.

Vamos dar uma olhada no mercado de nichos industriais(equipamento vibratório para reciclagem industrial por exemplo). Os participantes deste domínio não são, em sua grande maioria, leitores de blog que eu saiba (se forem, por favor, me corrija). Um blog que fala sobre equipamentos vibratórios para reciclagem industrial provavelmente não teria o número de leitores ou ROI (Retorno Sobre Investimento) dado o público limitado. Para esse grupo particular usando táticas de marketing de conteúdo no LinkedIn você pode obter mais sucesso. LinkedIn é a chave de sucesso na indústria vibratória estão se reunindo, falando e se conectando.

Como você descobriu qual método de marketing de conteúdo é o melhor? Você pesquisou seu público, e descobriu quais tipos de conteúdo melhor te conecta com eles.

Quinto erro: Tudo o que você precisa é de conteúdo.

A frase “marketing de conteúdo” é um tanto enganosa porque dá a entender que o conteúdo por si só é o marketing. Na verdade, você precisa se assegurar que uma parte do conteúdo (os chamados call-to-action) seja incluído de forma que o marketing de conteúdo te ajude verdadeiramente nos seus objetivos de negócio. Sarah Quinn escreveu, na Social Media Today:

“Call-to-actions, ou CTAs (qualquer link, banner ou texto que leva o leitor a realizar uma ação) é o que realmente faz dinheiro, e, incorporá-los perfeitamente no seu conteúdo é a chave para a conversão. Se a ação que você está tentando fazer as pessoas tomarem é se inscrever no seu blog ou baixar seu eBook, o CTA deverá estar no contexto. Se coloque na posição das pessoas que você quer alcançar, o CTA é relevante? Como eles irão encontrar? Em que ponto estarão mais propensos a clicar?

Você não quer que seu conteúdo seja apenas “papo de vendedor”. Ninguém quer isso, mas sim poder apresentar um relevante CTAs onde for apropriado. Você pode obter a liderança, mas da forma correta. Marketing e conteúdo andam juntos e devem complementar um ao outro.

Se você persistir no marketing de conteúdo, mas ao mesmo tempo não mencionando seu produto, seu serviço ou solução, então seu marketing de conteúdo não te trará o retorno sobre o investimento da forma merecida.

Conclusão

O marketing de conteúdo está mudando e nós podemos perceber isso. Atualmente, de um jeito ou outro todo mundo está fazendo marketing de conteúdo. Mas você está fazendo da forma correta? Se você está cometendo algum desses erros, você pode ficar estagnado.

Qual outro tipo de erro em marketing de conteúdo você tem visto? Nós adoraríamos se você compartilhasse conosco nos comentários.

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