Café com ADM
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Líder na era do conhecimento

Liderar é um ato de coragem. Saber lidar com idéias e pensamentos. Entender as diferenças que cada ser humano possui. Administrar com liderança é fazer seu papel de forma marcante, deve-se realizar, construir e projetar nas pessoas seus sonhos e esperanças. Nem sempre o líder será aceito por todos ou suas idéias serão assimiladas. Nesta hora é fundamental coragem para aceitar críticas e, se necessário, mudar. O grupo percebe aquele que titubeia diante de uma decisão. A pior coisa que pode acontecer a um "líder é não ter o respeito de sua equipe. Sabemos que a verdadeira liderança não se conquista pela força opressiva, mas pelas atitudes de coragem reconhecidas pelos liderados. É importante ressaltar que coragem nada tem a ver com impulsividade. A primeira é um ato planejado, estruturado, com um alvo a se alcançar. Dessa forma o indivíduo utiliza esta força para superar os desafios e alcançar suas metas. A segunda é resultante do descontrole que, conseqüentemente, trará um resultado imprevisível. O líder, antes de tudo, precisa ter a confiança de seus liderados e isso somente será possível com atitudes corajosas e não impulsivas. O líder tem que prever o futuro, imaginar as possibilidades, enxergar o que ainda não veio. Assim, poderá tomar as atitudes acertadas e com isso garantir sua eficácia na condução de equipes. É necessária uma reflexão sobre os modelos administrativos existentes em algumas organizações, que não permitem a implementação dos conceitos de liderança por manterem uma cultura autoritária, em que predomina o papel do chefe ou do gerente voltado apenas para o acompanhamento dos processos e obtenção dos resultados. As organizações devem trabalhar uma mudança que permita a prática dessas competências, pois é preciso que haja um ambiente favorável para que o Líder possa conduzir as pessoas e desenvolver suas ações. A mudança deverá começar pelo comportamento do líder e pela incorporação de novas definições nos processos e rotinas organizacionais. Como agente de mudanças, precisa aceitar, de forma corajosa, romper com concepções ultrapassadas de cultura organizacional e dar início a um novo processo de construção cultural, mediante novos procedimentos. A transformação das organizações concentra-se no desempenho das pessoas por meio do compartilhamento dos resultados. Para tanto, o papel do Líder, antes voltado simplesmente para a execução das tarefas, passa a exigir competências que estimulem o autogerenciamento e com isso, tornem as equipes autônomas e empreendedoras. É importante que as culturas organizacionais também busquem uma mudança que permita a prática dessas competências, pois é preciso que haja um ambiente favorável para que o Líder possa conduzir as pessoas. Os líderes eficazes dos próximos anos deverão ter fortes valores e fé na capacidade de crescimento das pessoas. Serão capazes de construir uma imagem da sociedade no qual gostariam que suas organizações e eles mesmos vivessem. Serão visionários, acreditarão que podem e devem mudar o futuro e influenciarão nossas crenças com base no seu comportamento, como um eterno aprendiz.
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