Lidar com as diferenças têm sido o diferencial para organizações contemporâneas

O ser humano é único, porém plural. É bombardeado a todo o tempo por informações, valores e culturas distintas que contribuem para moldar o seu comportamento

A sociedade é formada por uma teia de gerações. Grupos distintos de indivíduos nascidos em diferentes momentos da história carregam valores únicos de acordo com seu tempo, que influenciam diretamente o meio social. Diante desse contexto, faz-se o seguinte questionamento: Será que as gerações atuais estão conseguindo se relacionar de forma adequada?

Há quem diga que não. No entanto, as organizações contemporâneas têm provado o contrário. As empresas que conseguem promover uma boa convivência entre as quatro gerações – “Baby Bommers”; X; Y e Z, oriunda do “Zap Zap” - conseguem potencializar seus negócios, principalmente o capital intelectual em larga escala, é o que diz um levantamento feito pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) e pesquisas feitas pelo IBGE Inteligência.

A atualíssima geração Z merece destaque no contexto apresentado pelo fato de ser a mais recente e impactante. O seu perfil imediatista e flexível tem modificado as estruturas gerencias de organizações que, através disso, estão se tornando obrigadas a se adaptar à contemporaneidade tecnológica. Com isso, largam na frente na corrida mercadológica em relação às empresas que se acomodaram em seu tempo.

Conclui-se, portanto, que o ser humano é único, porém plural. É bombardeado a todo o tempo por informações, valores e culturas distintas que contribuem para moldar o seu comportamento. Nesse sentido, entender com quem se está relacionando e saber interpretar seu comportamento se torna um grande diferencial competitivo para as organizações.

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