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Inteligência emocional nas empresas e na vida

As organizações precisam cada vez mais explorar a inteligência emocional, aliás, deveriam ser ensinadas nas escolas também, assim teríamos menos intolerâncias, mais equilíbrio e menos racismo

Li em uma reportagem da Folha de São Paulo, que saiu Domingo, 28/07/2013, que a ministra de Integração da Itália, Cécile Kyenge, de origem congolesa, foi alvo de outro ato de intolerância e desprezo na noite de ontem, quando foi atingida por duas bananas lançadas por militantes do movimento Força Nova, da extrema direita.

Ela é uma líder, que precisa usar e ter muita, mais muita inteligência emocional nessas situações, o vice presidente do senado italiano já tinha a comparado com um orangotango e agora essa liga racista do norte, que não só discrimina negros, mas também toda a população do sul da Itália. A ministra já demonstrou inteligência emocional com o seguinte comentário a respeito das bananas:

Sem dar importância ao gesto, Cécile usou o Twitter para comentar o ato. "Com tantas pessoas morrendo de fome por causa da crise é triste desperdiçar comida assim", afirmou a ministra na mensagem divulgada por sua equipe assistente, a qual confirmou o ocorrido.

Ser comparada a um orangotango não é vergonhoso, vergonhoso as vezes é fazer parte de uma raça (humana), que se diz racional e ter que conviver com gente que pensa assim e pior que agem assim, afinal essas pessoas não são muito diferentes dos nazistas, pois pregam discriminação, racismo e intolerância, todas bandeiras do nazismo. Mas, felizmente, esses vermes são minoria, mas que precisam ser combatidas e na Administração está cheio deles. Um(a) líder realmente preparado precisa ficar atento a tudo isso e utilizar a sua inteligência emocional, que aliada a intelectual se tornará imbatível, se somadas a espiritual(sem igrejismos), melhorará ainda mais a convivência dentro e fora das empresas e a sociedade agradecerá!

As organizações precisam cada vez mais explorar a inteligência emocional, aliás, deveriam ser ensinadas nas escolas também, assim teríamos menos intolerâncias, mais equilíbrio e menos racismo. Parabéns a ministra, que serve como exemplo a todos(as) os líderes de empresas e países, e mostra como se deve lidar e combater essas imundices humanas.
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