Inovar práticando o pensamento multi mapas

Entendamos um pouco sobre formas diferentes de pensar e pratiquemos. Logo em seguida inovaremos um pouco no que tange ao nosso entendimento sobre como funcionamos (cérebro), e é possível que a partir daí caminhemos com a evolução, nos adaptando as mudanças para passar no processo de seleção natural.

Quer informações com uma roupagem mais "gestão da inovação" na prática, vai de design thinking para inovar, entenda como as pessoas se comportam, quais suas necessidades, faça protótipos, com produtos beta vá modelando até que fique no ponto de excelência e possa conseguir resultados positivos. Descubra como mudar para o pensamento inovador, indo visitar a neurociência. Compreenda que a mudança é algo que gasta mais energia ao cérebro e que quase como mecanismo de defesa ele se distrai quando você tenta se concentrar em algo novo, ele busca abstrair para pensamentos colaterais.

Entenda (adepto ou não do darwinismo) que nosso cérebro evoluiu, e que as partes que temos a mais tempo são naturalmente as que mais estamos acostumados a usar, traduzindo isso que parece ser uma frase de efeito (mas não é) temos: os estudiosos do cérebro humano chegaram a conclusão de que o mesmo é dividido em três partes: a primeira é o sistema R, chamado cérebro animal ou reptiliano, porque é de onde surge o nosso comportamento instintivo.

Mas é claro que podemos planejar esse comportamento animal, de maneira a tornar nossa existência mais prática, mais inteligente. Para isso, utilizamos outras partes do cérebro, como o sistema límbico e a decantada massa cinzenta.

O sistema límbico é o responsável pelas emoções, pelos sentimentos. A terceira parte do cérebro é o córtex cerebral, a que chamamos também de massa cinzenta, que é onde funciona o pensamento.

Para entender a diferença na influência que cada uma dessas partes tem no nosso comportamento é importante perceber a evolução do cérebro humano na dimensão temporal.

O cérebro reptiliano tem em torno de 350 milhões de anos. O sistema límbico apenas 10 milhões de anos. E a parte inteligente do cérebro, o córtex cerebral tem algo em torno de 50 mil anos. Então ao se deparar com o novo, naturalmente, primeiro pensamos por extinto e ai vem as tarefas mecânicas no estilo Chaplin, mas temos ainda os perfis modernos, e ai nessa linha de entendimento sobre o cérebro fica claro que os ditos "inteligentes" ou mais recente ainda os adaptáveis a mudança são os "super seres humanos" de hoje.

Por hora é isso, então explore bem essas informações, aproveite para fazer muitas sinapses (conexões entre neurônios), verifique que dependendo do ponto de vista a "situação" muda e tente transitar sobre o máximo de linguagens e percepções do mundo, já que nunca teremos domínio da realidade, precisamos saber o máximo de maneiras de interpretá-la a fim de ter resultados melhores em nossa tomada de decisão.

Aumente sua velocidade no poder de decisão, é claro usando muito o córtex, nada de ficar só no reptiliano tá? E por sinal falarei mais sobre sinapses no próximo ensejo. Aguardem..

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