Infelizmente é um corte de custo! Mas por que eu?

Nestes períodos de crise, se ouve muito sobre redução de despesas, ou o famoso corte nas organizações! Estar preparado e em constante evolução faz toda a diferença

Estamos passando diante de uma crise que entra para a história econômica, é comum às organizações se readequarem e realizar um trabalho de redução de custos, e é claro que quem acaba colhendo este fruto também são os colaboradores. Com a tensão externa das empresas em relação à instabilidade do mercado, se reflete automaticamente ao ambiente interno, com isso, se ganha um clima tenso e de insegurança perante todos. Com este cenário atual, temos a redução do quadro de funcionários, que se trata de uma ação, na qual reflete rapidamente a saúde financeira da empresa, e com isso, eis que se têm os escolhidos, e ao finalizar a demissão, se diz que é um corte de custos. Aqui vai uma sugestão, não se satisfaça apenas com esta popular frase, se questione primeiramente e depois dependendo da auto reposta, questione o gestor amigavelmente, buscando um feedback consistente.

A ordem é, reduzir os funcionários, algum motivo se tem para ser você o escolhido, dentre tantos na organização. É esta escolha é baseada em diversas análises, seja ela comportamental profissional e produtiva. Bom, o primeiro passo é parar alguns segundos e se autoquestionar, ou seja, refletir sobre sua história na organização, ganhos e perdas, atitudes e estagnação. E avaliar se és digno desta demissão ou não. Temos que ter em mente que, tanto na organização quanto no mercado, há grande concorrência entre profissionais, ou seja, diversas marcas na prateleira e em constante mudança, ou levando ao modo figurado, literalmente um produto no mercado.

Por exemplo, quando um produto perde ou é retirado do mercado, temos alguns pontos a se levantar, entre eles, qualidade questionável, sem diferencial dos concorrentes, sem valor agregado e entre outros fatores. Aplicando estes pontos na vida profissional, o questionamento deveria ser estes:

  • O que estou fazendo atualmente para melhor meu “produto”?

  • E o que estou fazendo para agregar valor a minha marca?

  • Quais os investimentos de melhoria estão ou foi aplicado?

  • Por que minha marca não é referência?

A realidade é que apenas os bons sobreviverão sem dúvida alguma, pois são os mesmos que criam na crise, são os que buscam conhecimento, que se afastam da zona de conforto, aceitando novos desafios, enfim as empresas atualmente buscam este comportamento.

Diante deste estudo, cito algumas sugestões que deve-se trabalhar, como, se ter uma visão fora da caixa, para analisar de forma macro o seu departamento ou sua empresa como um todo, e veja as oportunidades que pode tomar ação ou sugerir ao gestor, este é um momento que produtividade, e planos de melhorias são sempre bem vindos a qualquer organização.

Não se esqueça de si, não deixe em segundo plano seu crescimento que é o mais importante de todos, procure novos cursos, se especialize, se arrisque em novos projetos, desta forma, estará divulgando sua “marca” não apenas para o que estão a sua volta, mas ao mundo, e porque não pensar sobre um plano B, algo que queira se aprofundar ou tem interesse em aprender ou aplicar.

Ao trabalhar nossa imagem, fazemos com que tenhamos a oportunidade de atingir públicos na qual não imaginamos ter contato. Busque conversar com os experientes, eles tem muita sabedoria a nos repassar.

Ao aprimorar seu conhecimento e coloca-los em prática no dia a dia, a crise deixa de ser preocupante, pelo potencial obtido e desenvolvimento pessoal adquirido, se adequando a qualquer realidade, ou seja, o foco não será a crise e sim você, pois criou-se um diferencial dos demais, em um ambiente que não esta propício.

Além desta ação, não esqueça, se divulgue, e aplique seu marketing pessoal também, publique-se, use as redes sociais a seu favor, pense antes de postar algo, faça a sua história, ou caso contrário, terceiros irão decidir o seu caminho da forma que eles querem, e não da forma que você deseja.

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