Há cozinheiros demais em sua cozinha corporativa?
Há cozinheiros demais em sua cozinha corporativa?

Há cozinheiros demais em sua cozinha corporativa?

Existe um ditado popular que diz "Muitos cozinheiros estragam a sopa". Bem, o mesmo se aplica ao mundo corporativo

Existe um ditado popular que diz "Muitos cozinheiros estragam a sopa". Bem, o mesmo se aplica ao mundo corporativo.

Aqui estão quatro razões que podem fazer com que existam muitos cozinheiros na cozinha:

- Negócio familiar: Membros da família possuem ações significantes ou a posse da empresa.

- A armadilha da marionete: Quando um indivíduo é delegado a uma posição e tem que manter sua lealdade àqueles que o indicaram (muitos conselheiros).

- Fusões e Aquisições: Fraca governança resultante da falta de claridade de quem decide o quê; tanto quem comprou quanto quem foi comprado estão envolvidos no processo de tomada de decisão.

- Liderança democrática: Se esse estilo de liderança é praticado por líderes fracos, outros podem ultrapassar seus limites. Além disso, indivíduos desqualificados que são selecionados para determinados cargos podem se tornar muito dependentes do conhecimento e experiência dos outros.

Então, como saber quando há muitos cozinheiros na cozinha corporativa?

1. Baixa satisfação do consumidor: Consumidores não acham seu produto satisfatório. Existem muitos ingredientes misturados em um prato, portanto o produto não é diferenciado. Você não segmentou o mercado ao abastecer com diferentes gostos do consumidor e pode terminar com um produto sem sabor, passado do ponto, muito salgado ou apimentado. Quando você tenta agradar todo mundo, você termina recorrendo emocionalmente a ninguém. Em vez de um produto de alta qualidade, seu produto é básico, aguado e sem as características que os consumidores preferem. Há mais quantidade do que qualidade. Sua mistura se tornou intragável. Quando consumidores não estão conseguindo o que querem, é fácil ir para a concorrência. A concorrência irá abrir suas portas com felicidade e ainda adicionará sobremesas como uma oferta complementar do cardápio.

2. Comunicação fraca: Ninguém está tirando tempo para escutar. Isso pode levar ao congelamento do marketing ou corte do desenvolvimento do produto. O chef não está em contato com a realidade (necessidades do consumidor), se concentrando mais em suas habilidades e nas técnicas de preparação da comida. Cada chef aconselha os funcionários de forma diferente em relação às políticas. Os funcionários ficam confusos e não tem certeza da estratégia geral. "Para dar a experiência certa ao consumidor, você primeiro deve dar a experiência certa ao funcionário". ~ Desconhecido. As mensagens frequentemente não têm relevância para sua audiência e os funcionários não sabem onde se encaixam no contexto geral. Está na hora de descascar os obstáculos e agilizar os comunicados enviados para garantir que todo mundo está na mesma página. Misture mensagens grandes em pequenos pedaços e cole os canais apropriados de comunicação de forma adequada para o tipo de mensagem transmitida.

"Eu não me considero um chef estrela, realmente não me considero. Eu cozinho para pagar minhas contas e tento ajudar o máximo de pessoas que consigo na minha vida, e é isso é tudo com que me importo. Eu não me importo com a fama da televisão que eu uso tanto". ~ Robert Irvine

3. Conflito Interno: Você já esteve na cozinha de um restaurante durante o horário de pique? Panelas estão chiando, eletrodomésticos estão soprando e há um caos na cozinha. A temperatura está alta e a pressão está presente enquanto acionistas e conselho de diretores estão esperando você entregar. Essencialmente, o que ocorre é que vários indivíduos querem estar na posição de oferecer uma descoberta, de decidir a direção do negócio e de participar na formação de estratégia. Uma atmosfera combativa existe entre os chefs. Isso se torna uma batalha culinária frenética no momento em que o conflito emerge e cada indivíduo culpa o outro por derramar o caldo.

4. Reuniões indigeríveis: Múltiplas reuniões longas para pensar e peneirar as opções. Existem mais opções, o que significa mais possibilidades, mas também significa fadiga de decisão. Quanto menos pessoas envolvidas em uma negociação, mais fácil é de pessoas entrarem em acordo. Muitas opções nos deixam exaustos e reduze nossa habilidade de fazer uma escolha inteligente. O pesquisador Barry Schwartz chama isso de "sobrecarga de escolha". "Ao mesmo tempo que o número de opções cresce, os custos, o tempo e esforço de juntar a informação necessária para fazer uma boa escolha também aumenta", escreve Schwartz. "O nível de certeza que as pessoas têm sobre suas escolhas diminui. E o pressentimento de que irão se arrepender da escolha aumenta".

"Eu estou bem ciente de que um chef só é tão bom quanto sua última refeição ~ Gordon Ramsay

5. Fracasso: Aqui você convida os críticos gastronômicos para lhe criticar. O projeto azedou. Você não pode simplesmente adoçar os resultados; está claramente defumado, seco e pouco atraente. A estratégia foi executada de forma fraca já que cada chef surgia com novas ideias, assim adicionando o ingrediente que acreditava ser essencial para a cozinha fina (sem monitoramento ou controle). As decisões não foram deixadas para marinar antes de seguir para o próximo passo. Existe uma falta de economia de dimensão, já que os esforços não são coordenados apropriadamente. Despesas derramam por conta de projetos fracassados assim como pelo trabalho refeito. "O fracasso não tem amigos" ~ John F. Kennedy. Você pode estar suando, mas você tem que suportar o calor e fornecer explicações detalhadas do que deu errado. Não vale a pena chorar pelo leite derramado, pegue um livro de receitas e utilize a análise cautelosamente e planeje o cálculo do caminho em frente.

"O prazer no trabalho aperfeiçoa a obra" ~ Aristóteles

A cozinha corporativa cada vez mais lotada nunca precisou tanto de um Chef reconhecido que pegue a faca e esculpa a estratégia e a estrutura em que os outros operam. O líder terá que aprender como colocar seu pé no chão e dizer "Basta!" (Chegando a uma decisão). Só pode haver um Chef principal, os outros podem ser chefs assistentes que possuem conhecimento em diferentes estilos culinários. A visão deve ser decorada de forma atraente e impressionante. Os papéis devem ser atualizados; esclarecidos apropriadamente para determinar quem é responsável por adicionar cada ingrediente. Uma balança ponderada deve ser utilizada para claramente definir os paramêtros de como equilibrar limites para otimizar a comunicação, para que ninguém ou nenhum departamento sinta-se deixado de lado.

No melhor dos casos, deve haver um sistema em vigor para avaliar quais tarefas devem ser decididas por um indivíduo ou grupo. Mais esforço deveria ser colocado em melhorar a comunicação interna entre as equipes; adicione fermento e amasse para deixar macio e flexível o máximo possível. Quando há consumidores a serem servidos, a cozinha deve estar bem organizada, emitindo um aroma doce e a comunicação deve ser otimizada com todos se concentrando e seguindo a receita para o sucesso do chef principal. "Bon appétit!". Assim, entregando um banquete gourmet requintado que irá provocar as papilas degustativas dos consumidores e os fará voltar para mais e mais! "Mmmm! Magnifique! Cést délicieux"

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