Há 9 anos o iPhone demarcava o início de uma nova era
Há 9 anos o iPhone demarcava o início de uma nova era

Há 9 anos o iPhone demarcava o início de uma nova era

Nunca antes fomos tão impactados pela tecnologia como hoje, sendo impelidos a fazer tudo pelo smartphone

Há exato 9 anos, o mundo dizia hello para o iPhone. A Apple com Steve Jobs colocava a venda o primeiro iPhone nas lojas americanas após ter anunciado em janeiro de 2007 que tinha "reinventado o telefone". O mundo estava ansioso para botar as mãos naquele smartphone que era como mágica. Desde então, não só o telefone é que foi reinventado, pois a forma de se comunicar se reinventou, a forma de nos relacionarmos foi reinventada, a economia, um novo mercado se abriu, como compramos, como consumimos música e vemos filmes. Tudo mudou. Nunca antes fomos tão impactados pela tecnologia como hoje, sendo impelidos a fazer tudo pelo smartphone, facilitando a vida e nos expondo de uma forma nunca antes vista, quebrando paradigmas que jamais pensaríamos em rever. Na verdade, não foi o iPhone necessariamente o protagonista de tudo isso, mas a forma como nós usuários nos apropriamos desse device, desse incrível dispositivo.

Até 2007, tínhamos celulares. Os mais avançados com tecladinhos fisicos, telinhas coloridas, alguma tentativa de tela sensível ao toque. Eram apenas para ligações telefônicas, torpedos e algum joguinho da cobra.

Hoje, quase 10 anos depois, quem consegue imaginar um mundo sem WhatsApp, Uber, Facebook (até então rede social era o Orkut nos PCs)? Sem o Airbnb, Twitter, Instagram, fotos e filmes instantâneos, instigando nas pessoas uma forma de se expor ao mundo? Check-in era um despacho de bagagens no aeroporto. Hoje é um ato usual na palma de nossa mão, e algo que ajuda a mostrar para o mundo quem nós somos, quem não somos, quem gostaríamos de ser. Quem compra um iPhone não compra apenas uma dispositivo tecnológico, mas uma inscrição em um imaginário tecnológico que enfatiza ideias de elegância, inovação e distinção sócio econômica, disse certa vez, sabiamente, o professor Erick Felinto, da UERJ.

A Apple criou um "monstro", que a concorrência veio faminta para abocanhar. Nesse novo mercado, Google, Samsung, LG e outras dispararam muita inovação, agora correm lado a lado, apesar de a maçã ainda continuar melhorando o produto e sendo referência, lançando o tablet iPad e Apple Watch no embalo, mas nada tão impactante e inovador como o primeiro iPhone.

Vão ter que pensar muito sem Steve Jobs para dar uma outra alavancada na inovação. Nem passa pela nossa cabeça o que está por vir. Assim como não passava o iPhone em 2007.

O que mais tem para ser criado? Say Hello to iPhone.

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