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Gestão de crises financeiras

Crise... Palavra recorrente no nosso vocabulário cotidiano que nos chega com freqüência pelos meios de comunicação. "Fenômeno complexo, de diversas origens possíveis, internas ou externas ao país, caracterizado por um estado de grandes tensões, com elevada probabilidade de agravamento - e risco de sérias conseqüências - não permitindo que se anteveja com clareza o curso de sua evolução". Uma crise pode afetar ou destruir a reputação, a imagem, o clima organizacional, a confiança de seus clientes e a credibilidade de uma empresa ou instituição, pública ou privada, por vários anos. Pode também afetar seus resultados econômicos e financeiros, assim como trazer prejuízos profissionais a seus funcionários. Um planejamento empresarial que inclua o Gestão de Crises nas empresas é hoje uma exigência da economia globalizada e apresentam demanda crescente na Europa e USA. Pacientes terminais Nem todas as doenças corporativas têm cura. Na maioria dos casos, o motivo é o mesmo: o empresário nega a crise e prolonga uma situação de caos a tal ponto que os remédios perdem a eficácia. "Quanto antes a empresa pedir ajuda, mais chances ela terá e mais barato será o tratamento". Geralmente, as empresas familiares são as principais vítimas das falências. "Não há como fazer uma reestruturação se o dono não quiser reduzir seus rendimentos", a família precisa de atenção especial durante um processo de turnaround. Nas crises, a empresa deixa de ser o foco. O foco passa a ser o conflito familiar", é por isso que, muitas vezes, inicia-se um processo de profissionalização da empresa durante a revitalização. Como em todos os tratamentos, porém, a plena recuperação depende muito da força de vontade do paciente. Sem o apoio dos sócios, os remédios raramente surtem o efeito desejado. Em todos os processos de salvamento, o empresário precisa literalmente deixar o negócio nas mãos do médico organizacional. Emoções à parte, está aberto o caminho para que a gestão seja totalmente profissionalizada. Não é um procedimento indolor, é claro. Especialmente em empresas familiares. Há casos, por exemplo, em que deve-se proibir o dono de colocar o pé na empresa, porque diagnostico revela ele é o problema. Não se pode permitir que um empresário quebre uma companhia e demita dezenas de pessoas por motivos emocionais
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