Café com ADM
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Gerenciando Metamorfoses

As transformações hoje são constantes na vida de todas as organizações. A pergunta hoje não é mais o que inovar, mas sim a que velocidade devem ocorrer essas conversões. Elas devem ser feitas de forma radical ou gradativa? Alguns especialistas em gestão acreditam que a inovação radical deve ser implementada em áreas mais críticas, e uma evolução gradativa deve ser adotada nas áreas que não apresentam tantas dificuldades de gerenciamento. Outros especialistas, adeptos de um estilo mais enérgico de gestão e fiéis defensores de quebras de paradigmas, preferem adotar mudanças estruturais abrangentes que afetam toda a estrutura de uma organização. Antes da opção pontual a qualquer dos pontos apresentados anteriormente, deve ser levado em consideração à interdependência das áreas de negócio da empresa. Algumas transformações radicais irão afetar vários conjuntos de negócios de uma organização, e isso é um fenômeno de grande relevância que deve ser observado pelos gestores destes processos. Um bom exemplo disso é o estudo feito pela Universidade de São Paulo em relação a OEC (Odebrecht Engenharia e Construção). A organização adotou estratégias de inovação em gestão de forma híbrida, onde a partir de 1999 decidiu moderar o ímpeto inicial e passou a concentrar em mercados que prometem benefícios num horizonte de longo prazo, acima de 10 anos. Com isso a OEC restringiu operações nos estados Unidos, decidiu manter presença na Europa e investiu agressivamente nos últimos anos na América Latina. Isso resultou em uma maior independência do mercado local e acrescentou experiência internacional na gestão de negócios da empresa. Ela saiu de uma concentração de 51% no Brasil, passou para 38% a partir de 2000 e chegou a 2002 com 28%. Um outro exemplo de gestão em transformações é o agronegócio goiano, onde a adoção de um processo de qualidade nos padrões requeridos pelos mercados internacionais faz com que as indústrias exijam uma melhor qualificação de seus fornecedores, com isso o administrador dever criar cenários alternativos, por exemplo: verticalização da produção, importação de matéria-prima, integração de cadeia de suprimento. O risco de adotarmos uma única alternativa, mesmo que a mais econômica no momento presente, pode ocasionar sérios problemas no processo produtivo em um futuro muito próximo. Isso tudo acaba por resultar em adoção de metamorfoses profundas e radicais de tempos em tempos, para corrigir decisões precipitadas adotadas pelos gestores de negócios. Algo que não seria necessário se adotarmos sistemas híbridos de gestão. Bibliografia:- www.intermanagers.com.br - 17 Incontestáveis Leis do Trabalho em Equipe: Siga-as ..., As JOHN C. MAXWELL - http://www.hbrbr.com.br - Seja um Líder de Verdade ,JOHN E. HAGGAI - http://www.rae.com.br/eletronica/index.cfm - http://www.hsmmanagement.com.br/ - http://www2.opopular.com.br/ - http://www.agronegocio.goias.gov.br/ - http://www.sebraego.com.br - http://www.revistasafra.com.br/
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