Gente é “o bicho” mais complicado que existe

Trata-se de uma dissertação, solicitada por nosso professor de Gestão de Pessoas e Equipes, tendo como referência o artigo do Max Gehringer (já reproduzido aqui no site em 01/12/08), "Entender de Gente"

Nossos relacionamentos pessoais se iniciam assim que nascemos, e já começam de forma nada agradável, pois na maternidade já somos recebidos a "tapas", o que havemos de convir, não é a melhor das formas de recepção.

Daí em diante, seja com a mãe, com o pai, com os avós, com os irmãos, com os primos e com todos os demais semelhantes, tal relacionamento revela nuances que em muitas das vezes, não são nada amistosas.

Há primórdios, no início da relação com meu “eu” e durante um bom tempo, houve muitos picos e vales, mas no transcorrer dos anos, meu amadurecimento, experiência de vida e buscando um relacionamento mais estreito com Deus, trouxeram-me maior equilíbrio de corpo, alma e espírito e, consequentes, paz e harmonia comigo mesmo. De certo que de vez em quando, ainda faço uma visitinha aos relevos anteriormente citados.

Particular e inicialmente, de forma geral e na maioria das vezes, costumo ter um bom relacionamento com grande parte das pessoas que conheço. Daí em diante, irá depender do desenrolar da amizade, podendo ir a ruim ou péssimo, como também a de ótimo ou excelente, pois tais relacionamentos estão cercados por diversos fatores que podem afetar, e na maioria das vezes afetam consideravelmente as relações.

Pela natureza de minha profissão atual, praticamente todos os dias, passo por situações de relacionamento pessoal, nas quais me supero, assim como aprendo coisas novas, pois como citei anteriormente, são muitos os fatores que influenciam as relações pessoais como, caráter, família, humor, problemas pessoais, entre tantos outros, que fazem com que cada dia, seja um dia totalmente diferente, nos relacionamentos profissionais, principalmente quando lidamos com muitas pessoas.

Tenho que esforçar-me para conseguir superar o meu lado pessoal, pois é o primeiro a me afrontar, para que mantendo o autocontrole, aja da forma mais correta e justa nas resoluções das diversas situações com as quais me deparo, e até o presente momento, até que tenho me saído bem em sua maioria.

Em relação à profissão para a qual estou me qualificando, que é Administrador de Empresas, vejo profunda e total relação com a narrativa, pois desde que nascemos, e principalmente depois de formados, o maior bem a ser administrado, é o recurso humano, o qual bem sabemos, é o patrimonio mais valioso de uma empresa, pois sem ele, não existiriam empresas, associações, clubes, agremiações, congregações, enfim, nada existiria, a começar pelo mundo.

No texto apresentado, como o próprio título sugere, observamos o quão importante é “Entender de Gente”, onde o autor relata uma situação onde os personagens centrais, Pena e Raul, colegas de faculdade, sendo o primeiro, “O Cara” da turma, e o segundo, bem o segundo, simplesmente o segundo, antes do terceiro.

Passada uma década, ambos, profissionais de alto gabarito de uma multinacional com sede na Florida (EUA), o Pena, estrela da área de planejamento, com suas brilhantes projeções de longo prazo, e o não somenos brilhante, Raul, “o segundo”.

Não!!! Esperem!!

Raul não era mais o segundo! Ele era agora, ninguém menos que o chefe do Pena! Mas como pode?! O que aconteceu? Nem ele mesmo soube explicar, pois afirmou que ali na matriz, o mais “burrinho” já havia sido astronauta.

Para o vice-presidente da empresa era de simples entender, e contou que Raul possuía uma inestimável habilidade, ele entendia de gente, e resumiu a situação numa pequena frase:

“Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vende-lo.”

Conclusão:

A vida é a melhor escola dessa matéria e nela, os “vendedores de quadro”, são tão importantes quanto os “astronautas”.

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