Funcionários do HSBC e Bradesco - O que vocês pensam em fazer se forem demitidos?

O que vocês pensam em fazer se forem DEMITIDOs?

Ser demitido é sempre uma experiência traumática. O funcionário se sente humilhado e impotente. Ao ouvir a fatídica frase “não precisamos mais dos seus serviços”, entra em desespero. Principalmente na área bancária, pois geralmente este foi o único lugar onde ele trabalhou. Sempre pensou que iria se aposentar naquele banco, e agora...

Claro, é inevitável ficar chateado, mas a vida precisa seguir em frente! Se anime! Vamos, levante a cabeça. Sim, o momento exige rápida reação, para evitar que o desânimo e a inércia afastem boas oportunidades. O primeiro pensamento é preparar um bom currículo e sair à procura das empresas de RH. Você e mais 10.000 ex-funcionários do HSBC e BRADESCO... Desculpe jogar um balde de água fria, mas não vai ser fácil...

- Que tal abrir uma empresa de FACTORING?!

Você me diz: “O que, eu virar agiota?” Calma, se você pensa que um empresa de factoring é agiotagem, então precisa estudar um pouco sobre o assunto e aprender que “o factoring amadureceu”! E, como não poderia de ser, o seu contrato também evoluiu.

A prática e as leis transformaram o factoring numa oportunidade de gerar riquezas, não só para os donos das empresas de factoring, mas também para os empresários que necessitam de mais crédito, para os funcionários destas empresas e para os consumidores que terão oportunidade de comprar seus sonhos de consumo.

Você sabe muito bem que os banco são muito burocráticos, lerdos e avessos ao risco. Muitas empresas tem potenciais de crescimento, mas são podados pelos bancos por besteiras.

Infelizmente a obtenção de crédito é um dos principais obstáculos para as empresas no Brasil. Vemos principalmente as micro, pequenas e médias empresas receberem uma pequena fatia dos créditos concedidos pelos bancos oficiais e privados, apesar de responderem por aproximadamente 20% do Produto Interno Bruto (PIB) e 60% dos empregos gerados no País.

É interessante observar que o Brasil alcançou em, 2010, a maior taxa de empreendedorismo entre países membros do G-20 e do BRIC, segundo a Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2010. O estudo mostra que, no ano de 2010, o País registrou o melhor resultado dos onze anos em que participa da pesquisa, com a maior Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial: 17,5% da população adulta (18 a 64 anos).

Outra pesquisa divulgada em 26/03/2013 e realizada pela Endeavor mostra que 76% da população brasileira pretendem ter o próprio negócio. Esta é a segunda maior taxa do mundo, ficando atrás apenas da Turquia. Muito além de sonhar, os brasileiros querem realizar. Mais de 50% dos entrevistados acham provável abrir uma empresa de fato nos próximos cinco anos. No entanto, apenas para 19% deles, essa possibilidade é “muito provável”, um porcentual baixo se comparado ao potencial dos brasileiros.

Por outro lado, quando o empresário concede crédito para os seus consumidores, surge uma grande preocupação que vai além da fabricação ou comercialização de seus produtos e serviços: a atenção para o seu fluxo de caixa. Isto porque nem sempre os recebimentos cobrirão os pagamentos para aquele momento.

É aquela velha história: hoje preciso de R$ 10.000,00 para pagar aos meus fornecedores, mas tenho somente R$ 7.000,00 em caixa. Estão faltando R$ 3.000,00. O que fazer?

O empresário, vendo as contas da empresa vencendo, procura nos bancos a solução deste problema. Como regra, a prática usual (e mais barata nesta situação) é o desconto bancário de seus créditos comerciais para levantar recursos. Ou seja, ele tem vários créditos (os mais usuais são os créditos de cartão, cheques pré-datados ou duplicatas) e usa uma parte deles que está a vencer (30, 60, 90 dias) para pagar as contas que estão vencendo hoje. Isto se chama “antecipação de recebíveis”.

Entretanto, obter este dinheiro extra ou, em outras palavras, “capital de giro”, junto às instituições financeiras é quase sempre problemático para as micro, pequenas e médias empresas.

O que vemos é um elevado nível de burocracia e exigências por parte dos bancos. Eles levam dias, semanas, meses para liberar um limite que nem sempre acompanha o crescimento da empresa. E o pior! A “mordida” que eles chamam de “reciprocidade”. É o famoso “segurinho” para a empresa, seguro em grupo para os funcionários, seguro de vida pessoal para esposa, filhos e, se duvidar, até para o cachorrinho... Não podemos esquecer dos títulos de capitalização, cartões de crédito internacionais (o PROCON chama isso de venda casada) e, por fim, os títulos em garantia, que não deixam o empresário realizar novas antecipações com esses créditos deixados em custódia.

Muito bem! O que fazer neste momento de crédito está escasso? É nesta hora que surgem as empresas de factoring como importante instrumento para o estímulo à atividade econômica, especialmente, no auxílio às micro, pequenas e médias empresas, já que as exigências burocráticas em nada se assemelham às dos bancos.

Quer saber mais sobre empresas de Factoring? Pesquise e leia livros sobre o assunto. Na internet. você vai encontrar alguns livros sobre o assunto, uns bastante técnicos, voltados para advogados. Outros, voltados para empreendedores, com uma linguagem simples e que irão mostrar como você montar sua própria empresa de Factoring. Tire suas dúvidas e aprenda mais sobre esse interessante assunto numa linguagem simples e divertida.

ExibirMinimizar
aci institute 15 anos compartilhando conhecimento