Fuja das dívidas que você não tem capacidade suficiente de honrar

Viver endividado não é nada fácil e nessa hora o mais importante é atacar os seus débitos e negociar com os fornecedores para liquidar as suas dívidas

Dinheiro emprestado é como se fosse uma faca apontando em direção ao seu pescoço, porque, se você não pagar o empréstimo que você efetuou, as instituições financeiras vêm em cima de você para te cobrar e esse fato tende a virar uma dor de cabeça.

Por isso, o ideal é recorrer a empréstimos apenas quando você não tiver outra saída para liquidar as dívidas, mas lembre-se que todo mês você terá que comprometer uma parte da sua renda para honrar com o compromisso de pagar o empréstimo, eis a questão de controlar o consumismo.

Viver endividado não é nada fácil e nessa hora, o mais importante é atacar os seus débitos e negociar com os fornecedores para liquidar as suas dívidas.

Muitas dificuldades a serem superadas podem acontecer se não conseguirmos suportar certas consequências no início.

Quando nós não somos capazes de ter condição suficiente para poder pagar as dívidas que já foram comprometidas, nós já estamos próximos a um degrau do nível de endividamento excessivo e perturbante, sendo que a partir daí em diante a coisa tende a piorar mais ainda.

A primeira atitude a ser tomada é ter consciência da atual situação que te levou ao superendividamento.

Para que você consiga sair do endividamento, você deve listar e especificar as suas dívidas para que fique mais fácil para você começar a perceber onde você pode mexer.

Muitas vezes nós entramos em uma dívida sem planejar, sem pensar e no final das contas acabamos tendo muita dificuldade em pagar para honrar com o compromisso financeiro.

Nem sempre uma dívida é considerada um problema se você souber usar o seu dinheiro estrategicamente, de acordo com a sua real necessidade de consumo, e a sua capacidade de pagamento.

As consequências financeiras do endividamento são percebidas com o aumento da dificuldade em honrar seus compromissos financeiros, como por exemplo, as compras do dia a dia que não foram planejadas e passam despercebidas.

Quando pegamos um empréstimo planejado, consideramos o potencial do aumento de consumo, mas se não tivermos condições de pagar, a tendência é nos tornarmos um escravo do banco para pedir mais empréstimo e mais crédito.

No final das contas, isso acaba nos levando para o caminho errado, e como consequência trazendo certas dores de cabeça que se não forem eliminadas no início, vão se acumulando e ficando cada vez mais difíceis de serem eliminadas.

Só quando não sabemos o que estamos fazendo é que a dívida passa a ser um problema que causa certas dificuldades a serem superadas, te prejudicam e te fazem manter certas preocupações, uma vez que interfere no seu bem estar, afeta diretamente a sua produtividade, e a sua qualidade de vida, pois, isso tende a nos levar a um problema cada vez maior e mais preocupante.

Mas a verdade é que os bancos brasileiros estão entre os que mais faturam com juros, com a 4ª maior taxa básica de juros do mundo e chegam a faturar uma média de 150 bilhões de reais por ano com os altos juros abusivos que são praticados.

Todo esse dinheiro sai do nosso bolso porque esse é o negócio deles para gerar um império capitalista, uma vez que tem por objetivo nos escravizar e nos constranger, deitando e rolando sobre nós.

O sistema de crédito que as instituições financeiras nos oferecem, é um excelente negócio para os fornecedores, por nos colocar em desvantagem e nos humilhar, mas nós não podemos deixar que isso continue acontecendo e tudo começa com uma boa educação financeira.

O consumidor muitas vezes é uma vítima desse sistema de crédito agressivo das instituições financeiras, é impulsionado pela forma como o crédito do fornecedor é oferecido para o destinatário final em troca de juros abusivos.

Muitas vezes o consumidor se deixa seduzir por práticas do mercado que são atos de execuções nocivas, uma vez que acabam nos levando ao endividamento.

O que causa esse fato nada mais é que uma certa falta de conhecimento e entendimento sobre o assunto.

Para evitar o super endividamento, é necessário que o consumidor se questione refletindo se a compra é inevitável ou não.

Sempre que possível, a melhor saída é realizar o pagamento à vista para não comprometer o seu orçamento financeiro e a sua renda com juros, IOF e os demais encargos financeiros incidentres que formam o CET.

As decorrências financeiras de um endividamento resultam em uma dificuldade, e tal dificuldade é entendida em virtude do aumento da complicação de pagar suas dívidas.

Em virtude da consequência dos juros decorrentes, a dificuldade do incômodo pode até chegar a resultar na perda do seu patrimônio, te obrigando a vender bens que você já possui para lhe ajudar a acabar com as dívidas.

Após arcar com as consequências das dívidas e de ter a firmeza da confiança de que você realmente deseja sair do status, é importante admitir o real tamanho do problema que você está passando no momento.

Conhecer as dívidas, nada mais é que acompanhar detalhe por detalhe de algumas informações que compõe o seu endividamento como: o valor das dívidas, a data de vencimento de uma determinada cobrança e as altas taxas de juros.

De posse dessas informações, torna-se mais fácil a busca de recursos financeiros para sair do endividamento.

Para isso é importante que toda a movimentação de recursos financeiros que incluem todos os investimentos, todas as receitas e todas as despesas, estejam organizados(as).

Por isso é sempre bom ficar atento a esses certos detalhes para respeitar os seus limites de gasto, cujo intuito é evitar estourar o seu orçamento.

Para isso avalie a sua capacidade listando tudo aquilo que você ganha, para que aí sim, fique mais fácil que você encontre o equilíbrio financeiro.

Para sair da situação de endividamento, é necessário não apenas mapear as dívidas para que você consiga acompanhar de perto para onde está indo o seu dinheiro, mas também é necessário realizar um bom planejamento financeiro e o controle das despesas, cuja finalidade é racionalizar o seu real poder de compra.

Portanto, se você ainda não começou comece já a identificar se as suas finanças estão de acordo com o seu atual padrão de vida, com o objetivo de conseguir adaptar o seu modo de vida à situação financeira não do desejo, mas sim ao que é permitido.

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