Feedback - Aliado ou vilão?

Como você está usando o seu feedback? Ele é um aliado para sua liderança, ou um vilão? Você usa essa ferramenta?

Olá, líder! Como andam os negócios?

Hoje de forma breve, vamos trocar poderosos conhecimentos sobre uma ferramenta que considero de grande importância para um líder: FEEDBACK!

Como você está usando o seu feedback? Ele é um aliado para sua liderança, ou um vilão? Você usa essa ferramenta?

Escutamos demais falar nesse “tal de feedback”, mas será que ele funciona mesmo?

Depende de como usamos. Ele pode ser um aliado da sua liderança usado da maneira correta, mas usado de forma errada pode transformar-se em um grande vilão.

A palavra feedback vem do inglês e significa realimentar. Nas relações humanas, refere-se ao retorno que damos a uma pessoa quanto a algo que ela tenha feito.

Quando consigo usar essa ferramenta de forma positiva, aumento em meus liderados as suas performances e proporciono um melhor entendimento de determinadas situações, sempre focando em soluções, acelero o desenvolvimento deles, reverto o que não funciona e estimulo comportamentos mais proativos e eficazes.

A verdadeira arte de dar feedback consiste em fazê-lo de tal forma que a pessoa:

  • Não o receba como uma crítica;
  • Não fique na defensiva;
  • Não se sinta humilhada ou envergonhada.

Sabe aquele momento que você grita com um colaborador na frente dos outros, enfatizando algo que não saiu como deveria? Sabe aquele outro momento dentro da sua sala mesmo, só você e o liderado, que você ataca o ser humano humilhando-o de forma grosseira? Você “destruiu” a pessoa! Qual o aprendizado que ela terá naquele momento? Provavelmente nenhum!

Não se trata da identidade da pessoa. Foque no comportamento que precisa ser trabalhado ou modificado. O colaborador precisa entender qual comportamento ou aspecto deverá ser aprimorado, assim, descreva exatamente a situação como ocorreu, evitando usar palavras negativas como ruim, mal, péssimo, entre outras. As vezes nos prendemos a reclamar mais do que esclarecer, deixando a pessoa sem entender exatamente o problema.

Mantenha o foco nos fatos e nas soluções e acredite numa coisa: Agindo assim, as pessoas acabarão se acostumando a serem mais diretas e proativas quando falarem com você. E, eu tenho certeza, que isso é um dos maiores desejos de todo líder.

Entenda o feedback como uma oportunidade que você está dando ao profissional para que ele se desenvolva, e não para usar como forma de expressar a sua raiva ou frustração. É também de extrema importância verificar ao final se o colaborador entendeu tudo que foi conversado, e firme um compromisso de mudança e melhoria.

Se hoje, quando você dá um feedback para uma pessoa enfatiza a culpa e cria situações de confronto e insegurança, certamente vai desmotivá-la, principalmente se for alguém que tem bons resultados, pois existem formas diferentes de abordagens para quem tem bons resultados, e para quem tem resultados bem abaixo do esperado.

Agora, o que na minha concepção fica muito grave é quando: um colaborador sai de um feedback duvidando de sua capacidade. Alguns líderes são “bons” nisso, minando a autoconfiança e a motivação da pessoa.

Existem alguns modelos e tipos de feedback que não vou explorar aqui, pois a ideia deste texto é fazer você, Líder, entender primeiro a importância da ferramenta. Caso esteja interessado nos modelos, entra no nosso site e envia um e-mail solicitando mais informações. Pode ter certeza que trocaremos várias ideias.

Próxima semana possivelmente conversaremos ainda sobre feedback, mas desta vez focando em como você recebe, pois se quiser dar um excelente feedback, aprenda, também, a pedir e a receber.

AVANTE!

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