Faça mais, fale menos
Faça mais, fale menos

Faça mais, fale menos

Não se trata de cortar os laços com a sociedade, mas de estreitá-los através dos nossos atos

O ambiente é contagioso: julgamentos e reclamações. Críticas superficiais e crítica da crítica.

Deixar-se contagiar pelo ambiente hostil e de presunção intelectual das mídias sociais é tarefa de fácil realização. Perceber o equívoco e renunciar a esse ambiente é o desafio.

Os vídeos, textos e imagens minam nosso otimismo. São um balde de água fria na chama da esperança. Acanhados, sentimo-nos desmotivados a agir.

Dedicamos mais tempo a pensar na contra-argumentação da injustiça ou no clareamento da ignorância alheia e esquecemos do real motor das transformações sociais: a ação.

O oceano de palavras inunda nossa capacidade de mãos à obra. O verbo, no lugar de ser nosso último recurso, ventila como o primeiro, senão o único.

É necessário transmutar a raiva, o rancor e a chama da justiça em ação.
 A esperança não causa o movimento. O movimento é que causa a esperança.

Mais fazer que falar. Mais calar, mais labor, mais mãos e menos boca.

Não se trata de cortar os laços com a sociedade, mas de estreitá-los através dos nossos atos. Lembremos o velho ditado: “Palavras convencem, mas exemplos arrastam”.

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