Eu chorei no banheiro do trabalho

Uma história sobre o despreparo da liderança na gestão de pessoas

Uma vez chorei no banheiro do trabalho. Eu passava por problemas pessoais que contribuíram para meu declínio profissional e descontrole emocional. Mas, quem nunca?

É estranho ser subordinado a alguém quando se tem visão holística. Como digerir a culpa atribuída a você quando, por experiência, sabe que o problema é de gestão. Como trazer a responsabilidade para si de algo que deve ser resolvido na raiz e cujo os males atingem a todos da equipe?

É como cobrar que o barco não afunde de alguém que joga a água para fora a “canequinhas”, sendo ele o detentor da ferramenta que consertaria o buraco no casco.

É acreditar que o operacional está ali para isso, quando, na verdade, é um dos braços que deveria remar em direção às metas.

Só sei que hoje, dentro de minhas faculdades mentais, sou grata por essas e outras experiências desagradáveis.

Elas são um exemplo de como não devo ser, de como não devo agir e fazem de mim o que sou hoje.

E eu acredito que a liderança se constrói assim.

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