Estratégias de produção

Nenhuma organização pode planejar todos os aspectos de suas ações atuais ou futuras, mas todas as organizações podem beneficiar-se de ter noção para onde estão dirigindo-se e de como podem chegar lá. Ocorre o mesmo com a função produção. Uma vez que a função produção entendeu seu papel dentro do negocio como um todo e depois que determinou os objetivos de desempenho que definem sua contribuição para a estratégia, ela precisa formular um conjunto de princípios gerais que guiarão seu processo de tomada de decisões. Isto é a estratégia de produção da empresa. Antes de começarmos a discutir estratégia de produção, faz-se importante que tenhamos uma noção dos princípios difundidos por fayol e Taylor, essa teoria nos proporcionará uma melhor compreensão, bem como uma leve visão sistemas de produção. Vamos começar pela teoria clássica, que teve seu principal pensador, o engenheiro francês Henri Fayol no inicio do século XX. Ao contrário de Taylor, que se preocupou em estudar o chão de fábrica, Fayol se preocupou em estudar os princípios administrativos necessários para a gestão da empresa, em função disso, começa a ser observado a necessidade e a importância da administração para os engenheiros e empresários no inicio do século passado. Porém Fayol relata que a questão administrativa aumenta sua importância de acordo com a posição do agente na organização. Com isso decorre a visão em que cada função é necessário, do ponto de vista administrativo e numa visão estendida, que o administrador, baseado em suas previsões procura organizar e estabelecer diretrizes, as quais facilitam a coordenação das diversas atividades, esse conjunto, a partir da coordenação das diretrizes, facilita o controle do desempenho operacional e administrativo de cada membro da equipe de trabalho. Sabe-se que esta estrutura visionária da administração possibilitou diversas teorias que criaram e auxiliaram a administração. Já na administração científica o grande personagem foi Frederick W. Taylor que foi quem implantou a administração científica que tem como pressuposto a análise científica do trabalho, tendo com objetivo encontrar métodos mais eficientes de realizar uma tarefa. Conforme Nascimento (1999), o ritmo do trabalho é determinado pela máquina, ocorrendo separação extrema entre concepção e execução do trabalho. No taylorismo há uma redução máxima do tempo gasto para executar tarefa, fracionando o processo de trabalho em tarefas simples, surge o conceito de homo economicus que vê a figura humana apenas no ponto de vista de geração de capital, os capitalistas querem aumentar seus lucros explorando cada vez mais os trabalhadores, oferecendo-lhes melhores salários. Taylor concebe um novo papel para a gerência, principalmente a gerência do chão de fábrica, que deve estudar todo o processo cuidadosamente com o objetivo de extrair o máximo que a mão-de-obra possa oferecer. Já no modelo fordista, o sistema de produção implantado e a produção em massa por Henry Ford, em 1908, no seu vigésimo modelo, o conhecido modelo T. O modelo T era um carro totalmente diferente dos modelos até então produzidos. Essas mudanças implicaram significativamente na economia, no trabalho e no consumo da sociedade após a primeira guerra mundial. Na década de 1940, o sistema de produção em massa difundiu-se pelo mundo inteiro e conseguiu abranger outros segmentos industriais.
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