Equipe homogênea ou heterogênea?

Estamos sempre falando em liderança de equipes, as características que o líder deve possuir, a forma de se relacionar, as técnicas que deve utilizar. Mas como realmente montar uma equipe que traga resultados?

Hoje em dia o espirito do trabalho em equipe e de liderança já está arraigado nas organizações, elas respiram, inalam, transpiram e exalam estes conceitos, mas muitas vezes acabam esquecendo de um detalhe, buscam a perfeição e acabam nivelando todos os colaboradores criando uma equipe homogênea que conhece os seus parceiros ou até mesmo o seu líder como a palma da sua mão.

Esta tendência acaba criando um vício fatal para a equipe, pois esta sincronia total de pensamento acaba limitando os colaboradores a criar, inovar ou até mesmo ousar, sempre costumo dizer aos meus amigos ou até mesmo aos alunos que todos nós devemos pensar “fora da caixinha”, algo trivial que devemos adotar como um padrão de pensamento.Ou seja, se você quer uma equipe que realmente busca o crescimento da organização, que se preocupe pelo todo, que possua visão sistêmica, devemos ir além de criar manuais e aplicar métricas de excelência, sim estes métodos são necessários para o sucesso, mas são apenas um pedaço deste iceberg que é conduzir uma equipe.

Em um mundo altamente tecnológico, conectado com multitarefas devemos ter uma equipe totalmente heterogênea composta por profissionais dos mais diversos seguimentos, pensamentos e ideologias diferenciadas, esta imensidão de neurônios diferenciados com milhões de informações torna a equipe única com um diferencial de criação grandioso, sabemos que as reuniões de brainstorming devem ir além das paredes da sala de reuniões, esta ferramenta deve fazer parte do dia-a-dia da organização, dando ao colaborador a oportunidade de criar, pesquisar e por que não testar a sua ideia.

As grandes organizações já estão “ligadas” nesta oportunidade, mas como aplicar na minha empresa?

A reposta é simples, para termos uma equipe heterogênea que traga resultados, o seu líder deve ser apenas um expectador analisando os resultados e conduzindo ao objetivo da organização, este profissional de ter a simplicidade de uma criança em receber as ideias, mas sem esquecer que ele deve ter o foco de uma águia, por fim a sutileza da ousadia, as empresas que se destacam não reinventam a roda, apenas ousam na sua aplicação.

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