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Empresas do futuro

Empresas do futuro. A evolução tecnológica já deixou seu ar de modernidade e passou a ser parte de um presente cada vez mais distante de nossos olhos, está sendo deixado para trás. Deixou o seu conceito de inovação para adquirir um de realidade. Há tempos, no auge da revolução industrial (séc. XVIII), os operários ficaram atônitos com a possibilidade de serem trocados por máquinas. Hoje a estória se repete. Os operários de um mundo em reforma voltam seus olhos para a mesma possibilidade que norteou seus ancestrais. Todos os dias são lançados artigos e mais artigos, afirmando, com certeza respaldada na ciência, que os homens estão perdendo seu lugar de ser humano, de ser-no-mundo. Existem livros que afirmam que as máquinas irão, do mesmo jeito que fazem até hoje, dominar o mundo. Parece até roteiro de história em quadrinhos. O mundo não é e nem será palco de uma metamorfose bio-tecnológica, pode ser uma metamorfose dos dois aspectos em separado. Não existe canibalismo neste meio, e sim troca, auxílio. Com este raciocínio podemos concluir que a mercadoria de troca é a informação, um sistema fornece outro com informações úteis para o processo. As máquinas possuem um ótimo mecanismo de troca de informações, elas conseguem transmitir com velocidade e eficácia. Porém, no ponto de vista de transformação e criação elas não se comparam a mais perfeita máquina que existe, o homem. Este ser possui um complexo aglomerado de neurônios que fazem com que as máquinas pareçam apenas brinquedos. Este é o diferencial a ser perseguido. O que faz com que pessoas reclamem que estão perdendo seus lugares para a tecnologia, é o fato de nunca terem buscado criar, transformar. Fizeram única e exclusivamente o ato de transportar informação, algo que pode ser facilmente feito por um computador, por exemplo. Nunca pararam para pensar de onde vem esta informação que chega, o porque de sua existência, o que ela traz de benefícios. Ele foi estático, e não mobilizável. Nunca o ser-humano precisou buscar tanto em suas origens ferramentas para sobrevivência. Na necessidade de calor, buscou-se o fogo. Agora precisamos de inteligência. Rafael de Sequeira - março/2005.
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