Café com ADM
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EMPREENDEDORISMO, DINHEIRO X PLANO DE NEGÓCIO - UM ENCANTO OU UM DESENCANTO?

Vivemos em um mundo totalmente capitalista, onde creio que a maioria concorda comigo, as razões em que descrevo esta afirmação, é em virtude de ser Acadêmico de Administração com ênfase em Empresas, e na perspectiva de se colocar em prática daquilo que aprendo na teoria em sala de aula, nos Banco da Universidade. E com certeza aumentar meu rendimento familiar e ajudar a manter-me no meu dia-a-dia. Certa vez, no 5° semestre o Prof° Ismael, onde ministrava a matéria de Empreendedorismo e Liderança, adotou um livro para que fosse lido e fizesse uma resenha sobre o assunto, o livro foi: O Segredo de Luisa. Uma Idéia, Uma paixão e um Plano de Negócios: Como Nasce o Empreendedor e se cria uma empresa de Fernando Dolabela e editado pela Editora Cultura Editores Associados. Lendo o Livro, fiquei empolgado, pois no seu conteúdo o livro, nos orientava que para se criar uma empresa o mais importante é um ótimo Plano de Negócio e um excelente Projeto e que dinheiro não era tão importante e se possível, procurasse uma parceria, como por exemplo: o SEBRAE. Até ai tudo bem: Elaborei um bom Plano de Negócio, um excelente Projeto e procurei o SEBRAE, chegando lá fui orientado pelo consultor em fazer um projeto e uma (análise de mercado) que é o plano de negócio, pois se não tivesse isto, seria impossível concluir esse empreendimento, e se fosse o caso eles fariam e teria que pagar uma taxa, falei que o meu objetivo principal de procurar o SEBRAE era conseguir recurso, isto é Capital para a conclusão do projeto, pois o mais já estava providenciado, isto é, Projetado, analisado e o mais importante aprovado. No entanto o consultor nada pôde fazer, ai fiquei me perguntando. Como que o Dinheiro não é importante? No momento, não concordei sobre o livro, em descrever que o dinheiro não é importante para um empreendimento, concordo que o objetivo maior de um empreendimento é o Plano de Negócios. O Plano de Negócios por nós desenvolvidos não representa somente um instrumento de planejamento formalizado em um papel. O Plano de Negócios deve, sim estar integrado a toda a empresa, difundindo e retroalimentado permanentemente com as informações de seu conteúdo no livro bem apresentado que possam contribuir para o sucesso organizacional. E que o planejamento também deve ser flexível a novas realidades, adaptável a novos paradigmas, sob pena de tornar-se um instrumento ultrapassado e não efeito. Já no 6° semestre na matéria de filosofia, matéria ministrada pelo Prof° Paulo Neto, onde na aula em que o tema foi o Problema Lingüístico ou Filosofia da Linguagem pude refletir algo. Creio que todos já viram ou ouviram falar desta frase: "O dinheiro é a mola que move o mundo!. Certamente são poucos os que com ela não concordam. Ela sintetiza com precisão o que o dinheiro representa no mundo de hoje, apesar de incompleta. Sim, incompleta, pois o dinheiro não apenas move o mundo, mas é também para a maior parte das pessoas o foco principal de seus pensamentos e seu objetivo de vida mais elevado. Para angariar dinheiro elas sacrificam a saúde e seu precioso tempo terreno, forjam e destroem amizades, são capazes de mentir, ludibriar, roubar e até matar. Tudo pelo dinheiro. Por ter a humanidade elevado com tanto afinco esse bezerro de ouro a um lugar de honra, ao ponto mais alto do seu altar de idolatrias, o descalabro econômico que atinge a Terra torna-se agora um dos mais pesados golpes do Juízo. A instabilidade econômica mundial traz convulsão social, crise de governabilidade, medo e, principalmente, insegurança. A ânsia desmedida pelo dinheiro é mais um sintoma do domínio do intelecto sobre o espírito. Como aquele provém da matéria, só tem capacidade de reconhecer e dar valor àquilo que é material. E o dinheiro é o instrumento capaz de realizar o sonho de todas as pessoas dominadas pelo seu intelecto: acúmulo ininterrupto de bens e riquezas terrenas. Uma grande parte ainda dessas pessoas luta apenas pelo dinheiro, unicamente para possuí-lo, sem sequer desfrutar das coisas que ele pode comprar e muito menos utilizá-lo em prol do bem comum. Terríveis são os efeitos retroativos desse ápice de egoísmo. Toda a segurança que tolamente imaginam dispor pela posse do dinheiro transformar-se-á em pó de uma hora para outra. Como seria então a maneira correta de se relacionar com o dinheiro? Uma grande e inflexível lei perflui toda a Criação e assim também esta nossa pequena Terra de matéria grosseira: a Lei da Reciprocidade ou Lei de Retorno. Entre outros efeitos, essa lei estabelece que em tudo tem de haver equilíbrio. Dar e receber em contínuo movimento. Onde não houver paridade absoluta entre o dar e o receber, lá não pode haver harmonia. Pode-se dizer que a exigência de se manter o equilíbrio em todas as coisas é igualmente uma lei, assim como é também uma Lei da Criação a necessidade de se manter o movimento dentro dela. Ambas as leis, a Lei do Equilíbrio e a Lei do Movimento, estão inseridas na Lei da Reciprocidade, fazem parte dela. O ser humano é transpassado por uma Força que o permite viver. Essa Força é neutra, e pode ser dirigida tanto para o bem como para o mal. Através de seus pensamentos, palavras e ações, ele tem o poder de dirigir a Força, recebendo para si mesmo depois de um certo tempo, através da Lei da Reciprocidade, tudo o que ele próprio formou com essa Força neutra a ele doada. A única coisa que separa você de começar um novo Negócio é o fato de que você ainda não tenha tentado A Persistência e a Decisão é muito importante". No entanto, temos que continuar com nossos sonhos para que eles se tornem realidade. José Valdeci de Souza Martins Acadêmico do Curso de Administração com Ênfase em Empresas. Instituto Campo Grande de Ensino Superior - ICG
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