ELES NÃO SÃO EMPREGADOS, SÃO PESSOAS.

AVALIAÇÃO CRÍTICA ELES NÃO SÃO EMPREGADOS, SÃO PESSOAS. Atualmente a relação empresa e empregados (colaboradores), têm-se verificado uma mudança radical. Até pouco tempo vivíamos com a relação empregado / patrão com os moldes da Revolução Industrial, onde existiam empregos tradicionais, mão de obra não qualificada, onde o trabalho era mais manual. Hoje se verifica que não existem mais empregados tradicionais, a terceirização foi à maneira mais viável que as empresas encontraram para minimizar os custos e obterem profissionais mais especializados. A diminuição de custos se verifica na eliminação de encargos trabalhistas, já que o administrador utiliza um quarto do seu tempo cuidando da papelada empregatícia, diminuição de ações trabalhistas, inclusive contra ASSÉDIOs SEXUAIS, já que o empregado é contratado exclusivamente para realizar tarefas pré-determinadas, ao contrário do trabalhador tradicional que é do tipo faz tudo. Com isso, a terceirização só é possível através de empresas especializadas, as OEPs (Organização de Empregados Profissionais). Essas organizações são que cuidam de toda a papelada burocrática, seleção, treinamento e capacitação do profissional terceirizado. Segundo o gerente de uma grande multinacional: É claro, são que tomam as decisões de demitir ou transferir alguém, mas em geral, por sugestão ou depois de terem me consultado. Essa declaração evidencia que as OEPs têm o papel secundário na contratação das pessoas, ou demissão, mas a palavra final é sempre do administrador da organização. As OEPs têm o papel de contratarem profissionais especializados para as áreas diversas. Esses profissionais não têm a obrigação, de seu esforço, serem direcionados para a produtividade da empresa, mas a produtividade dessas pessoas independem da área que vão trabalhar e sim de quem o administra e principalmente de quem os motiva. Porque nós sabemos que a motivação é algo primordial de qualquer administrador para que seus colaboradores obtenham uma maior produtividade não importando se são trabalhadores tradicionais ou terceirizados. Uma fonte de vantagens competitivas é que hoje em dia, mais do que 50 anos atrás, é de grande importância que as organizações prestem muita atenção na saúde e no bem-estar dos trabalhadores. Como vivemos hoje na era do conhecimento onde a força do trabalho é constituía por profissionais do conhecimento, esses profissionais são mais exigidos tanto no dia-a-dia como o anterior a isso, como na de recrutamento e seleção. Cada vez mais o sucesso, a sobrevivência de cada uma empresa dependerá do desempenho dos seus trabalhadores do conhecimento. Segundo Peter Drucker, uma empresa do conhecimento se parece com uma orquestra sinfônica, o mesmo Drucker diz adiante que estas empresas não devem parecer mais com orquestras e sim com um grupo de jazz, a segunda afirmação se torna mais clara, pois um grupo de jazz tem mais flexibilidade, há uma maior interação entre os componentes primando pela criatividade nos momentos de adversidade. Mas se as relações de empregos estão sendo terceirizadas, os executivos precisam trabalhar junto com seus colegas no desenvolvimento profissional, na motivação, satisfação e na produtividade dos trabalhadores do conhecimento, que cujo desempenho e produtividade seus próprios resultados dependem. Com esse pensamento deixamos uma interrogação de como fica a Cultura Organizacional de uma empresa, será que irá sofrer duras alterações e poderá se modificar a ponto de acompanhar todas essas mudanças da nova conjuntura econômica mundial e nas relações de trabalho? Até onde a terceirização vai? Até não atingir um ponto que ultrapasse as questões morais? Até onde não tenha que passar por cima de outras pessoas? As pessoas estão tão preocupadas em obterem conhecimento e serem as melhores do campo do mercado que estão se tornando tão frias e desumanas? Até que ponto isto é válido? No texto abordado verificamos aspectos de suma importância na are de RH, como a motivação, seleção e recrutamento de pessoas, avaliação do desempenho, assédio moral, competitividade, a relação entre grupos e equipes, um paradigma entre legislação trabalhista X empresas, coeficiente emocional e outsizing (Terceirização).
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