Economia do compartilhamento

A economia do compartilhamento trata de uma abordagem dinâmica e já comum no mundo atual. Um novo modelo de crescimento e desenvolvimento colaborativo capaz de superar inúmeras diferenças. Será que você está preparado para isso?

Esse é o momento mais importante para formar parcerias.

Todo modelo de negócio que vise o cooperativismo e colaboração mútua, poderá sim ter sucesso. Com o devido empenho e trabalho os envolvidos podem angariar lucros mensuráveis e atingir resultados específicos no curto, médio e longo prazo.

A moda do poder centralizado, do monopólio ou oligopólio de mercado não fazem sentido numa economia em expansão desejada diante do cenário que vivemos. A mudança é um requisito essencial para o desenvolvimento em qualquer área. A melhor maneira de buscar crescimento é apoiar aqueles que estão à sua volta, pois mesmo estes, serão também seus "clientes internos" num futuro próximo e vise-versa.

O ganho mútuo pode ser de caráter financeiro ou de experiência, de cultura ou conhecimento. Cada grupo, sem via de regra, abordará um tema ou nicho que julgar importante.

Jamais deve-se deixar levar pela estagnação e obstáculos, até porque o mercado é mutável, dificuldades impostas serão vencidas, processos ficarão engessados e serão transformados, erros continuarão ocorrendo e ainda se tornarão objeto de análise para futuros acertos.

Na Era Digital e da Informação vivenciamos exemplos diários disso com o uso de ferramentas diversas, como sites de busca, sites de anúncios, aplicativos de organização, gerenciamento e controle, dispositivos eletrônicos portáteis, e outros que a tudo tendem facilitar a transmissão da informação e a comunicação. E o uso destes dispositivos devem sim ser estimulados na nova geração para seu próprio desenvolvimento e de seus projetos.

A experimentação de novas ideias que visem o compartilhamento dos ganhos é uma saída à "crise" tão falada, e como toda nova experiência um novo modelo de planejamento e execução é criado.

Particularmente, tenho colocado em prática um projeto neste sentido e venho trabalhando no mesmo junto a parceiros externos, contribuindo para composição de capital de giro de duas empresas, uma recém criada e outra em atividade há algum tempo. O intuito é o impulsionamento de marca em detrimento da renovação do modelo de negócio e o lucro através da cooperação mútua, envolvendo também diversas pessoas externas a essas organizações, como prestadores de serviços, representantes autônomos e empresas, que antes eram concorrentes e hoje são aliadas. Desta forma vamos atingindo as metas previstas de cada um, lentamente e gradualmente.

Com certo tempo previsto, e próximo dele, o negócio passa a ser autosustentável, necessitando uma boa gestão para continuidade dos trabalhos e aumento dos lucros. Nesta fase, o projeto perde sua configuração de experimento e torna-se o resultado esperado, pois o retorno financeiro vem sendo dado com a distribuição de renda equiparada às atividades desempanhadas por cada membro em suas diversas áreas de atuação com um único propósito: A melhoria da qualidade de vida através da divisão de lucros. Em outras palavras, redistribuição de renda.

Por fim, cabe a nós, aplicar o conhecimento adiquirido pelo estudo ou pela experiência de acordo com a evolução dos tempos, fazendo nossos negócios se adaptarem ao mercado, e não o contrário. Provando a existência de base para uma nova abordagem econômica apoiada na parceria entre empresários para impulsionamento do consumo, geração de dividendos, composição de capital, desenvolvimento humano e tecnológico, promoção do conhecimento, promoção da sutentabilidade e atingimento do bem estar social.

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