E agora José? Como faço para ganhar dinheiro com minhas paixões?

Você já ultrapassou a fase de não saber o que fazer da vida. Já sabe o que te faz acordar todos os dias e sair da cama feliz. O problema agora é que não sabe como fazer para ganhar dinheiro com isso. Leia no artigo algumas dicas

Agora que você já tem clara a sua paixão, a pergunta que fica é: e agora José? O que é que eu faço?

Primeiro passo: entender que negócios se relacionam com vendas, de produtos ou serviços. O que você irá vender deve solucionar algum problema de alguém, entregar algum valor, acabar com alguma dor. Qual é o problema que você pode ajudar a resolver com o produto ou serviço que irá vender? A quem seu produto/serviço se destina e o que ele fará por essa pessoa?

Segundo passo: descrever seu público-alvo (ou Persona, ou Avatar. Os três termos são essencialmente a mesma coisa). A quem você quer vender? Não basta dizer aquela coisa básica – ambos os sexos, 18 aos 68 anos, classes A, B, C. Tudo isso é muito abrangente, amplo, subjetivo. Além do mais, os produtos e serviços consumidos pela classe A dificilmente serão consumidos pela classe C, por razões óbvias. Afunile esse público-alvo, descreva quantos “tipos” de personas que sejam necessários e não coloque todos no mesmo saco. Digamos assim:

a) Persona 1: homens, 25 a 35 anos, classe B, solteiros, moram com a família, emprego que não os satisfaz, ganham pouco, se sentem mal aproveitados. Possuem grande potencial;

b) Persona 2: homens, 36 a 55 anos, classe A, casados, estáveis no emprego, ganham o suficiente para se sentirem confortáveis mas, ainda sim, sentem-se insatisfeitos, querem mais de uma profissão, querem trabalhar com um propósito maior.

E assim por diante. Descreva essas personas o mais detalhadamente possível. O que sentem, que lugares frequentam, quem lhes serve de referência, quem são seus heróis. Dê um nome a cada persona, se sinta íntimo delas. Se a persona 1 se parece com Zé, seu amigo, apelide-a assim. Dessa forma, quando você andar na rua e falar com pessoas que tenham as mesmas características, ficará fácil identificar um cliente em potencial. Você enxergará muitos “Zés” por aí!

E porque isso? Porque quanto mais você conhecer seu público-alvo, certeira será sua mensagem. É como uma conversa com um amigo, sabe? Vocês estão conversando, trocando ideias sobre determinado assunto e, de repente, o amigo continua o papo com algo completamente diferente. Puf! Quebrou-se o encanto. Algo como:

– Sabe fulana, ando meio exausta, cansada, meu chefe só me dá bronca e nunca vê minhas qualidades…

– Ah, os meus também, a amiga responde.

– Meus?

– Meus esmaltes estão acabando e me sinto bem cansada de procurar novos frascos.

Ããã?

Total falta de empatia, não é? Pois isso é o que não deve acontecer com você e seu possível público consumidor. Vocês devem falar a mesma linguagem. Daí a importância de ter bem descritas as personas.

Te vejo na próxima postagem?

Publicado originalmente em http://www.claudiamester.com/e-agora-jose-o-que-eu-faco-para-ganhar-dinheiro-com-minhas-paixoes/

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