Diferenças culturais, raciais e religiosas nas empresas

Em nossos locais de trabalho é cada vez mais freqüente encontramos pessoas de culturas, raças e religiões diferentes. Esta diversidade é muito positiva, mas o conflito é inevitável. Resta às empresas se prepararem para lidar com essas situações

Em nossos locais de trabalho é cada vez mais freqüente encontramos pessoas de culturas, raças e religiões diferentes. Esta diversidade é muito positiva, pois desta mistura de experiências, opiniões, costumes e crenças saem grandes idéias.

Por outro lado, a convivência, o relacionamento entre estas pessoas costuma gerar situações embaraçosas e que precisam ser intermediadas de maneira sábia pelas empresas, sejam elas grandes ou pequenas.

Discriminação é crime e não pode ser tolerada. As empresas precisam lidar com as diferenças da melhor maneira possível. E a melhor maneira é pré-estabelecer regras, e não deixar para pensar no que deve ser feito depois que acontecer algum incidente. As regras servem para que possamos conviver bem e para que o trabalho em grupo dê certo.

O bom senso é a principal regra. E o princípio básico é o respeito. Podemos até não aceitar a escolha do outro, mas devemos respeitá-lo. E respeito passa por não acusar, julgar ou atacar o outro. Principalmente no ambiente de trabalho.

Uma boa alternativa é fazer reuniões com os funcionários, escolhendo alguns representantes para apresentarem (apenas apresentar, não um debate) ao grupo as características da sua religião, a cultura e os costumes de uma região, ou ainda falar sobre as experiências de uma determinada raça. Esses encontros servem para diminuir o preconceito em relação ao que é novo e diferente, e ainda diminui os choques culturais.

Enfim, devemos pensar mais no que as pessoas têm de melhor e não no que têm de diferente. Somos todos diferentes, nem melhor nem pior, apenas diferentes. Se pensarmos bem até um colega que compartilhe da mesma cultura ou religião, por exemplo, e que nós nos identificamos, também é diferente em outros aspectos. A diferença é que nós escolhemos ver nesta pessoa o que temos em comum.

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