Depois da turbulência, vem o que você escolher
Depois da turbulência, vem o que você escolher

Depois da turbulência, vem o que você escolher

Independente de signo, história, profissão ou idade, a forma como vemos e nos posicionamos diante dos acontecimentos ajuda a definir o nosso caminho e os resultados que obtemos

Pode não ser literalmente, mas funciona mais ou menos desta forma sim. Mais para mais na verdade. Em geral, somos divididos em dois grandes grupos ou blocos de pessoas: a parte que diante do problema vê aprendizado e oportunidade e a outra parte que deixa a mente ficar em turbulência constante, dando ainda mais força para o problema e muitas vezes até criando novos para si e para os outros ao seu redor.

Na crise, muitos viram e estão vendo e criando novos produtos, oportunidades, projetos e possibilidades. E outros tantos estão embrenhados nas notícias do jornal e nas chamadas da televisão a tal ponto que, antes mesmo que a crise possa bater à sua porta, já se visualizam mergulhados nela ou afundando.

Otimistas ou pessimistas. Positivos ou negativos. Altruístas ou derrotistas. Copo meio cheio ou vazio. Desistir sem tentar ou arriscar para ver no que vai dar. Na sua previsão, chove o tempo todo ou tem pelo menos um pouco de sol entre nuvens? Tem também as pessoas que ficam no bloco do meio, mas mesmo assim pendem para um dos grupos. É difícil se manter o tempo todo em cima do muro, em algum momento bate um vento mais forte e a gente acaba caindo para lá ou para cá.

Independente de signo, história, profissão ou idade, a forma como vemos e nos posicionamos diante dos acontecimentos ajuda a definir o nosso caminho e os resultados que obtemos. Se quando vem a turbulência só visualizarmos o avião caindo, mesmo que ele não caia, é bem provável que os efeitos destes pensamentos reflitam de alguma maneira negativa nesta viagem que estamos fazendo.

Isso não quer dizer que devemos pular sem paraquedas, ou investir num negócio de alto risco, mas que se a nossa mente estiver mais tempo no polo positivo do que no negativo, com certeza teremos retornos melhores do que o outro grupo que continua no sacolejo da turbulência.

Vemos muitas previsões para 2016, mas, independente dos astros e astrólogos, mapas e especialistas econômicos, nós somos agentes de mudança e de realização da nossa própria história, da nossa vida e do meio em que estamos inseridos. Se acreditarmos mais, provavelmente faremos mais e melhor.

Na pior das hipóteses, nos mantermos por mais tempo no grupo das oportunidades pode nos deixar mais leves, em paz, confiantes e felizes. Confiança é fundamental neste processo. Acreditar que tudo vai dar certo, mesmo que por linhas tortuosas, ou mesmo que num período de tempo muito maior do que planejávamos. Confiar, movimentando-se rumo ao objetivo, para que no momento certo... Bingo, gol, bola na caçapa, strike.E então é hora de comemorar e começar o processo todo novamente.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...” (Fernando Pessoa)

Ninguém imagina que seja simples, rápido ou fácil. Nem 100% constante. Mas o desafio é se esforçar para se manter mais tempo com a mente focada em coisas boas e acreditando, do que na nuvem pesada e turbulenta. Os dois atraem mais do mesmo e nós temos o poder e a responsabilidade de escolher se vamos colher mais chuva de gelo ou mais algodão doce. Então, vamos escolher que a nossa jornada seja mais leve?

Com o poder da sua mente, sua determinação, seu instinto, e a experiência também, você pode voar muito alto.” (Ayrton Senna)

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