CULTURA E COMPETIÇÃO

Com o objetivo de dar continuidade e colocar em prática as teorias em relação aos estudos sobre a Cultura organizacional e as Estratégias na Competitividade, mais precisamente em relação às concessionárias de motos. Esta matéria tem a finalidade também de focar e visualizar as tendências de erros que as concessionárias cometem ainda nos dias atuais. Este caso trata-se de um fato ocorrido comigo em duas das principais concessionárias de Campo Grande-MS, que por problemas éticos não mencionarei. Palavra chave: Cultura Organizacional, Estratégia Competitiva, Filosofia Gerencial de Concessionária de Motos. Hoje com a competitividade e os clientes cada vez mais exigentes, não podemos cometer nem um tipo de erro. Segundo M. Porter, as industrias tem que se adaptar com as análises que são indispensáveis para o crescimento das Empresas em geral. As forças são: * Competição entre as empresas da mesma indústria, * Ameaça de entrada de novos concorrentes, * Poder dos fornecedores, * Poder dos clientes e * Ameaça da concorrência de produtos substitutos. Com estas forças é que pude verificar o quanto às empresas, neste caso as concessionárias de motos, não estão colocando em prática as atualizações da competitividade. Como usuário de moto, sempre procurei fazer as revisões em concessionárias tradicionais e de um porte avançado, pelo fato de ter um serviço garantido e de qualidade, mas é o que não está acontecendo nestas duas concessionárias analisadas, vejam só os erros cometidos: · Um bom serviço prestado, · Entrega do serviço em tempo abio, · Atendimento, · Qualidade do serviço prestado · Análise do serviço prestado. Parece ser erros simples, mas para os dias atuais, não se pode cometer erros por mais simples que seja. Hoje as empresas em geral, Sem nenhum ponto de divergência entre todas os erros cometidos por estas concessionárias, considero uma média no valor máximo de pontos negativos, por que nos dias atuais, trabalhamos com resultados, mas o que mais me deixou contente, foi o fato da preocupação que uma delas verificou-se com uma grande concordância na visão da organização no que se refere à quase total inexistência de talvez por problemas hierárquicos, neste caso, à flexibilidade desta regras e procedimentos internos e ao processo de comunicação aberto e constante entre os funcionários, é muito importante, pois é a partir daí com se pode amenizar os erros, no entanto é importante um setor para analisar esses erros e um funcionário com visão e experiência adequada para tal. Pude observar que as concessionárias verificadas, não dão importância a uma filosofia gerencial. Como com a verificação não houve nenhuma divergência entre as duas concessionárias, a média de pontos negativos também foi bastante significativo, verificou-se uma grande concordância na visão das duas concessionárias no que se deu a entender que não há nenhum tipo de estímulo permanente à iniciativa e envolvimento com o negócio, incentivo à inovação e à autonomia de decisões e transparência dos critérios de avaliação, quando existentes. A empresa tem que está sempre vigilantes a todos os momentos, a organização tem que procura definir seu mecanismo funcional com estímulo à iniciativa e ao envolvimento no negócio através de cotas de participação. Acredito que outras formas de envolvimento poderiam ser analisadas, que não entrarei neste mérito por tratar de um assunto estritamente pessoal da concessionária por ser um assunto interno. As organizações têm que está sempre se atualizando com este processo de determinação de diretrizes globais para o direcionamento filosófico das decisões. A organização define como mais pernicioso ao negócio não decidir do que decidir de forma "errônea" (não ser aquilo que a diretoria decidir). Com este processo de gerenciamento funcional, o funcionário tem que ter iniciativa própria. A organização que não possuir este mecanismo de avaliação sistemáticos e consistentes, não terá êxito e sempre encontrará dificuldades em analisar um determinado erro quando acontecer e com esta forma de avaliação é fundamental que seja sempre discutida com todos os funcionários. Infelizmente, as empresas ainda estão focando muito os resultados financeiros e esquecendo a qualidade de um bom serviço prestado e não dando crédito aos clientes. Para que a competição alcance seus objetivos e sucesso é necessário avaliar os processos de forma clara com visão ampla e focar seus esforços para atender cada vez melhor seus clientes, buscando assim, suas recompensas, sem cometer erros que na maioria das vezes falham por um simples descuido de uma estratégia de plano. Muitas delas se preocupam em implantar, investir em estruturas, em negócios e deixando os conceitos básicos de capacitação para trás. Conclusão É óbvio que nem tudo é 100%, mas não podemos cometer erros, e, definitivamente, o perfil gerencial nos negócios, sua estrutura operacional e funcional demonstra a opção de sua atuação dentro de um perfil de visão ORGÂNICA, descartando quase que por completo uma visão MECANICISTA. Apesar de ser uma organização muito pequena com suas atividades sendo ainda estruturadas, atua com todas as características de uma organização orgânica, salvo no que se refere a seu ambiente que ainda não se apresenta de forma muito conturbada. A opção por este modelo de organização já leva em consideração o aumento das turbulências que ocorrerão no futuro próximo como efeito do processo de globalização. No modelo adotado o único elemento ainda não contemplado é o da comunidade, o qual acredito ser muito em função do tamanho do negócio e suas possibilidades de investimento do que filosofia gerencial. Um dos pontos que poderia evidenciar é a preferência pela contratação de recursos humanos da própria comunidade ao redor. José Valdeci de Souza Martins-ICG Acadêmico do 6° semestre de Administração de Empresas Campo Grande - MS
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