Crise energética

Crise energética no País: algo que não é comum na vida do brasileiro

CAÓTICO. Isto é o que alguns pesquisadores da Coppe/UFRJ dizem sobre a crise energética no Brasil. O País está enfrentando a pior crise energética.

Falta de água ou de investimento do governo? Seja lá qual for o culpado pela crise que ameaça a economia e a tranquilidade do País, dois problemas são evidenciados: a usina hidrelétrica da região sudeste, que é a maior consumidora de energia, está apenas com 50% de capacidade, e o incentivo ao consumo exagerado.

O governo culpa a falta de chuva pela crise energética. Porém, a crise não é algo novo na vida do brasileiro, há 14 anos houve o chamado apagão, que fez com que o povo brasileiro se visse obrigado a economizar energia, e então houve o racionamento havendo limites de consumo para cada brasileiro. Nesta época não havia outras formas de energias alternativas: economizava ou pagava alta tarifa na conta de luz.. Com o avanço tecnológico foi criado outras fontes de energias a fim de extinguir a crise. Porém, o Brasil se vê novamente com esta crise, tendo que racionar seus gastos e consumo gradativo. Um dos fatores agravantes que tem contribuído para a crise é a falta de chuvas, que vem causando o nível baixo das usinas hidrelétricas, já que a energia do Brasil é denominada por 70% destas, e o maior poder de consumo entre os brasileiros. Vale ressaltar que os reservatórios não se esvaziam apenas pela falta de chuva, e também pelo alto consumo. Para o professor Marcos Freitas da UFRJ, há um acumulo de instabilidades que contribuíram para a crise, dentre elas a redução dos custos devido a revisão de concessões, e a questão ambiental que dificulta o acesso a novos investimentos a energias renováveis.

Esta crise vem sido sentida principalmente no bolso e nas casas do povo brasileiro, já que a crise remete na economia. Uma vez que não estavam acostumados a economizar luz e energia, o governo e outras instituições criaram planos para a conscientização, já que nossas fontes de energia não são um bem infinito. Quando o assunto afeta o bolso, a grande população se mostra preocupada.

Segundo pesquisa realizada pelo Ministério do Meio Ambiente cerca de

97,1% dos entrevistados afirmam que apagam as luzes de ambientes que não estão sendo utilizados, 90,9% afirmam que em suas residências a maioria das lâmpadas é fluorescente. O governo vem implementando formas de incentivo a população, para que conscientizem da crise que nos afeta.

Talvez daqui há alguns anos a grande população se veja com seu bolso novamente “feliz”, sem ter que pagar altas taxas nas contas de luz e água, porém com um novo pensamento: Economizar para sobreviver!

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