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Créditos Bancários: após discussão judicial será possível operar novamente?
Créditos Bancários: após discussão judicial será possível operar novamente?

Créditos Bancários: após discussão judicial será possível operar novamente?

Caminhos na condução empresarial

Empresas de uma forma geral operam quase que em sua totalidade com vendas a prazo, não há como fugir dessa prática, entretanto, análises criteriosas devem ser realizadas.

O Endividamento

Atualmente grande parte das empresas no país, tem em parte de seus Passivos de Curto ou mesmo de Longo Prazo Dívidas com Bancos; isso é natural, pois é muito difícil manter -se num mercado com grande volatilidade, não há como não ficar exposto a necessidade de capital de giro de terceiros.

Dívida Bancária

A crise dos últimos anos e que ainda estamos com dificuldade de sair (realmente não é fácil) descapitalizou as empresas de uma forma geral, muitas não sobreviveram, e várias carregam processos judiciais que possivelmente vão alcançar o patrimônio dos sócios, pois geralmente são os avalistas dos créditos obtidos junto aos bancos.

O volume de endividamento ou alavancagem tem seu limite, que pode variar de segmento para segmento em função da Margem Bruta gerada de cada linha de atividade.

O efeito no Caixa

A entrada de Capital de Terceiros é um alívio para qualquer empresa que vive em baixa liquidez, entretanto, a composição das parcelas futuras (quando falamos das linhas de Capital de Giro Parcelado) acabam por sobrecarregar ainda mais o Fluxo de Caixa a Realizar e muitas vezes, as parcelas bancárias, sobrepõem-se sobre outros compromissos operacionais que acabam sendo deixados para um segundo momento.

Quando os pagamentos em atraso viram rotina

Uma atenção deve se ter quando a empresa entra nesse processo (Atrasos de Pagamentos), principalmente quando não se tem uma alternativa de reverter com recursos próprios essa situação; é um caminho sem volta.

Esse momento grave requer ações rápidas e consistentes.

Quais ações tomar?

Alternativas devem ser discutidas com a alta direção, plano A, B, C, ...., vários devem ser analisados.

É importante entender que a solução tem que ser gerada pela própria empresa, pois, será com seus recursos que todo o Passivo deverá ser amortizado no curto, médio ou mesmo longo prazo.

A Negociação com Bancos – pode ser o melhor caminho

Esse processo pode sim salvar a empresa, entretanto, deve ser bem conduzido e preferencialmente por especialistas no assunto (Renegociação de Dívidas Bancárias), pois quando o volume é representativo para a empresa, qualquer deslize nesse processo pode comprometer a disponibilidade de caixa ou de seus recebíveis num futuro muito próximo.

A discussão Jurídica ou mesmo a Recuperação Judicial pode ser uma alternativa?

Não há dúvidas que sim.

Mas deve ser a última alternativa, quando todas outras possibilidades já foram colocadas na mesa, discutidas, apresentadas e não trouxeram resultados positivos.

Os efeitos das ações judiciais, podem trazer o benefício de ganhar tempo, porém, com certeza os custos tanto financeiros quanto de continuidade da empresa são grandes.

A possibilidade de novas linhas de crédito

Passar por dificuldades financeiras faz parte de qualquer processo, todos passam, sejam pessoas físicas ou jurídicas, o que diferencia são as alternativas que cada um utiliza para superar esse momento.

Quando um cliente de sua empresa, passa por um momento difícil financeiro e entra em contato propondo um acordo de parcelamento, o mesmo é aceito por sua empresa, e ao final é liquidado após meses sendo pago; com certeza esse cliente terá novas oportunidades de operar com sua empresa, pois o mesmo soube: discutir, reconhecer a dívida, propor um acordo e cumpri-lo.

Agora se esse mesmo cliente, entrasse com uma ação judicial contra sua empresa, com alegações das mais diversas e essa “briga judicial” se estende-se por um longo período, ao final, esse cliente pagaria a dívida.

Sua empresa realizaria novamente uma operação concedendo crédito a ele?

A resposta é quase que unanime “Não”!

Vamos conversar a respeito!

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