Consultoria: Sócrates e sempre
Consultoria: Sócrates e sempre

Consultoria: Sócrates e sempre

Mudança, o berço da consultoria

O tempo passa

Tanto no passado remoto, com Sócrates, Cícero, Sêneca, Maquiavel e Shakespeare, como no recente, com Kubr, Lodi, Jacobsen e Bretas Pereira, a Consultoria esteve sempre ligada à mudança. E hoje, mudança é o que não falta nas organizações.

O consultor é requisitado para identificar o “real” problema, analisar, interpretar a globalização e os efeitos da automação, há 36 anos. Entender a terceirização e suas consequências, a frouxidão dos laços de pertencimento, o empreendedorismo dos jovens e agora, com mais razão, dos adultos com múltiplas experiências.

Auxiliar na preparação para a transição voluntária ou para o descarte, lidar com os novos demandantes - entidades de profissionais, sindicatos patronais e de empregados, mídia, universidades, empresas juniores, sistema S, esporte. Enxergar ameaças e oportunidades para pessoas e organizações. E para si próprio.

Com o olhar de estranhamento, distanciamento crítico, independente, longe da rotina enfadonha, o consultor sabe que na consultoria não há receita de bolo. É um desafio, pois não existem “doenças” com sintomas fixos, e doentes com problemas "reais" e irrepetíveis - empresas e pessoas são únicas, com seus espaços, tempos e circunstâncias.

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