Considerar seu talento como um ato de amor

Parece que o amor só pode existir fora do ambiente corporativo, mas penso que muitos desconsideram que o empreendedorismo muitas vezes é inspirado por uma dose de amor, acima de tudo

Quando falo de amor como uma competência, recebo olhares de estranheza e quem sabe de descrédito, o que faz todo sentido quando pensamos na jornada desenvolvida para estruturar o ambiente corporativo.

Parece que o amor só pode existir fora do ambiente corporativo, mas penso que muitos desconsideram que o empreendedorismo muitas vezes é inspirado por uma dose de amor, acima de tudo.

Cuidar do que você possui de mais precioso e, sobretudo um ato de amor, zelar, desenvolver, aprender, compartilhar e ampliar pode ser uma expressão de amor.

Como o amor faz bem no ambiente corporativo?

Costumo sempre citar: uma pessoa quando te atende em um estabelecimento e tem amor no que faz, a relação acontece de forma diferente, você tem prazer em ser atendido, tem vontade de ficar ali, sai com a impressão que foi considerada, amparado, acolhido e compreendido em suas particularidades.

Dá gosto, como diria minha querida avó!

Você percebe o brilho no olhar de quem esta dedicando tempo e energia em você, sabe que existe ali uma relação de empatia, um interesse genuíno em sua demanda e a flexibilidade e empenho em querer acima de tudo te auxiliar.

Essa é uma interação de amor!

Servir com vontade de compreender as reais demandas é sempre uma atitude de amor, e que nutre o ser humano que faz isso!

Quando um profissional desenvolve o que faz, este é num estado de “graça” ou gratidão, que é o oposto a escassez, e é possível ofertar em abundância o seu melhor.

Quando estamos preparando jovens talentos, sucessores, empreendedores ou capacitando profissionais em suas áreas, seria muito valioso poder identificar o grau de amor disponível para fazer o que se deseja fazer.

Isso geraria muitas economias de tempo e tenho certeza, de saúde também!

Amar o que se faz oferta saúde, brilho no olhar e leveza!

Estou aqui naturalmente fazendo uma generalização, que posso garantir tem um grande fator: o coração movimentando a vida é muito mais emocionante do que a escassez financeira ou a carência do acumulo.

Tem pessoas que vivem uma vida na escassez financeira, que é a famosa colocação: É o que faço para sobreviver.

Bastante desatualizado, porém ainda é uma desculpa para muitos.

A carência do acumulo é uma sensação de ter que ultrapassar o ser.

E curiosamente quanto mais se tem mais, se quer e nem se sabe para que.

Quando desenvolvi o Workshop Self Transformation, foi com o impulso de transformar esses padrões limitantes em possibilidades!

Quando uma pessoa descobre seu propósito ou o que move seu ser fica muito simples utilizar o amor e genuinamente ofertar o seu melhor, afinal essa é uma equação de abundância para quem entrega, para quem recebe e para o universo.

O amor é então uma competência essencial para ofertar o talento de forma simples e autentica!

Publicado originalmente na plataforma Pulse, do LinkedIn

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