Comportamento oraganizacional

De modo geral, pode-se dizer que cultura organizacional representa uma energia social que instiga os membros a agir, fornecendo significado e direção, e também um mecanismo de controle, aprovando informalmente ou proibindo comportamentos

A utilização do conceito de cultura organizacional na literatura de administração se estabeleceu a partir da década de 80, embora ele antes já fosse empregado e perdura até os dias atuais. São grandes os números de propostas conceituais encontradas na literatura, que atestam as divergências nos rumos da pesquisa.

Os teoristas organizacionais e gestores têm usado uma variedade de termos como metáforas ou imagens, para limitar o cerco e diferenciar as categorias de experiências que se referem ao estilo das organizações (Smircich, 1983).

De modo geral, pode-se dizer que cultura organizacional representa uma energia social que instiga os membros a agir, fornecendo significado e direção, e também um mecanismo de controle, aprovando informalmente ou proibindo comportamentos. Elementos como ritos, mitos, valores, crenças, pressupostos, normas, regras, símbolos e emoções são alguns dos componentes integrantes deste construto. Hofstede (1997) define cultura como "a programação coletiva da mente que distingue os membros de uma organização dos de outra". Nesse sentido, a corrente que estuda cultura organizacional como tipos ou classificações se aplica perfeitamente bem ao propósito do trabalho.

Segundo Freitas (1991) são poucos os pesquisadores que se lançaram a responder à pergunta "que tipos de culturas organizacionais existem?". As classificações ou tipologias surgidas não correspondem à realidade da empresa pesquisada em todo os seus matizes, mas nos permitem classificar ou categorizar a empresa sob determinado prisma (Freitas, 1991). Assim surgiram na literatura os Deuses da Administração de Handy (1994), as categorizações de Deal e Kennedy (1982), entre outras.

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