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Companhias petrolificas

As companhias petrolíferas e automobilísticas voltaram a dominar este ano as listas das maiores empresas do mundo, com a Petrobras como a maior brasileira, segundo o ranking da revista Fortune divulgado nesta terça-feira. Apesar disso, a lista "Fortune 500", das 500 maiores empresas do mundo, foi liderada mais uma vez pela Wal-Mart, a maior rede varejista dos EUA, com receita de US$ 287,989 bilhões e lucro de US$ 10,267 bilhões em 2004. Três empresas brasileiras aparecem na lista das maiores do mundo. A Petrobras apareceu na 125ª posição, com uma receita de US$ 36,988 bilhões, seguida pelo Bradesco (376ª colocação, com US$ 15,889 bilhões) e pelo Banco do Brasil (número 419 do ranking, com US$ 14,769 bilhões). Entre a segunda e a quarta colocação da lista aparecem as petroleiras British Petroleum, com receita de US$ 285,059 bilhões e lucro de US$ 15,371 bilhões; Exxon Mobil (US$ 279,772 bilhões em receita e US$ 25,330 bilhões em lucro); e Royal Dutch/Shell (cUS$ 268,69 bilhões/US$ 18,183 bilhões). Logo depois são apontadas as montadoras de automóveis General Motors (US$ 193,517 bilhões/US$ 2,805 bilhões), Daimlerchrysler (US$ 176,687 bilhões/US$ 3,067 bilhões) e Toyota (US$ 172,616 bilhões/US$ 10,898 bilhões). A Ford Motor, que em 2004 ocupou o sexto lugar, caiu duas posições. Completam a lista o conglomerado industrial e financeiro General Electric e a companhia petrolífera francesa Total. O Citigroup, 16ª maior empresa medida por receita, foi a terceira com maiores lucros, faturando US$ 17,046 bilhões, abaixo da Exxon Mobil e da Royal Dutch/Shell, e na frente da General Electric. O quinto lugar no ranking dos lucros ficou com a BP, e sexto para o Bank of America, que apesar de ser a 52ª companhia em receita, conseguiu lucros avaliados em US$ 14,143 bilhões (31% a mais que no ano anterior). Quanto ao número de empregados, as maiores companhias do mundo são: Wal-Mart, com 1,7 milhão China National Petroleum (1,13 milhão), o Serviço Postal dos EUA (807.596), a petroleira chinesa Sinopec (774.800) e a elétrica chinesa State Grid (729.327). O ano de 2004 foi bom para as companhias do setor de papel e florestal, que viram seus lucros crescerem 254%, seguidas pelas metalúrgicas, 121% a mais de faturamento. Em média, o aumento dos lucros das petroleiras foi de 67%, graças à alta no preço do petróleo. A melhor empresa ibero-americana na lista foi a companhia petrolífera estatal mexicana Pemex (vendas de US$ 63,691 bilhões, na 51ª posição do ranking). Depois dela apareceram a companhia petrolífera espanhola Repsol YPF (97ª colocação), a Telefónica de Espanha (114º), a Petrobras (125ª) e o Santander Central Hispano (155ª). Em seguida estão a Endesa (256ª), Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (268ª) e Bradesco (376ª). Completam a lista de empresas ibero-americanas a companhia petrolífera espanhola Cepsa (386ª); o Banco do Brasil (419ª); a mexicana CFE (426ª); e as espanholas ACS (435ª) e Iberdrola (482ª
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