Como iniciar um discurso e conquistar a atenção

Como palestrante motivacional tenho tido o prazer de conhecer diferentes tipos de pessoas, diferentes tipos de palestrantes; cada qual com o seu jeito de ser e conduzir o seu trabalho. Como costumamos dizer, cada qual com a sua expertise. Qual a sua expertise?

De certo que todos sabem que vivemos numa época considerada como ‘GERAÇÃO Y’, uma geração que vive conectada. Uma geração virtual. Uma geração de poucos contatos visuais e muitos contatos virtuais. Uma geração onde os relacionamentos interpessoais se manifestam no campo virtual, as chamadas redes sociais.

Os discursos neste espaço se dão como dissemos, nas redes sociais, e aí é possível elaborarmos, por exemplo, uma hanghout, ou uma webconferencia, e quem sabe um bate-papo no chat.

Vocês já participaram de uma network desse tipo?

Compreendem esse linguajar?

Outra questão que precisamos levantar neste momento é: qual o público que você pretende conquistar? Você conhece esse público?

De nada adianta direcionar-se para um público que se desconhece o mínimo de informações possíveis sobre ele. Lembremos que o nosso objetivo é CONQUISTAR A ATENÇÃO!

Como palestrante motivacional tenho tido o prazer de conhecer diferentes tipos de pessoas, diferentes tipos de palestrantes; cada qual com o seu jeito de ser e conduzir o seu trabalho. Como costumamos dizer, cada qual com a sua expertise.

Qual a sua expertise?

Encontrando a sua expertise, certamente irá encontrar o seu público alvo. O seu público de interesse. Assim, quando me permiti trabalhar com palestras uma das coisas que mais me chamou a atenção foi que eu passei mais de dezoito anos trabalhando em prol dos relacionamentos interpessoais. E, em um dos diversos cursos que me permiti fazer para poder me preparar para ser um palestrante, aprendi que era preciso que eu tivesse um direcionamento. Qual a minha expertise? O que eu sabia fazer de melhor? Foi quando descobri que havia em mim uma necessidade de trabalhar o contexto relacional no ambiente organizacional, por acreditar que tudo começa e termina com pessoas. Os meus livros GESTÃO DE PESSOAS [2013] e GESTÃO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE [2014], ambos da Editora Viena, nasceram desta perspectiva.

Quando eu afirmo que a minha missão é valorizar nas pessoas aquilo que elas têm de melhor, estou enfatizando que é preciso valorizar o potencial de cada uma a partir daquilo que elas têm de melhor. E o que você tem de melhor que pode melhorar ainda mais?

Não recomendaria uma pessoa trabalhar diretamente com o público quando ela me diz que não se sente à vontade trabalhando diretamente com público. Mas, certamente, ela deve sentir-se bem em alguma outra esfera. Há espaço para todos. Afinal, vivemos em um mundo rico em abundância e prosperidade. Basta que estejamos sintonizados, conectados na mesma frequência para que possamos ser contagiados por esta dimensão do universo.

No obstante, parto do seguinte princípio cristão: ao próximo como a si mesmo. Não quero ser mal atendido, então procuro me esmerar no atendimento ao próximo. A excelência na prestação de serviços – seja ela de que ordem for – parte exatamente dessa máxima cristã: ao próximo como a si mesmo.

E você, qual princípio tem usado para se relacionar e conquistar a atenção das pessoas?

Qual a sua expertise?

O que você está fazendo aqui?

Deseja realmente discursar e conquistar a atenção das pessoas? Com que objetivo?

Perceba que à medida que você for respondendo as questões anteriores você irá se apropriando de ferramentas necessárias para o seu aprimoramento na arte de conquistar pessoas. Se a sua intenção for, de fato, conquistar a atenção das pessoas precisa lembrar que tudo começa e termina com pessoas, portanto, precisa gostar de se relacionar com pessoas. Estar atento as suas manifestações e necessidades e nunca impor-lhes uma necessidade.

A maior dificuldade nos atendimentos se dá exatamente pela falta de cuidado na atenção com o outro. Assim, discursar para um determinado público, é preciso, primeiro, saber o que se está buscando. Qual o objetivo? O que se pretende atingir? Aquilo que eu estou dando ao outro eu usaria? Sim? Então, por que tantos maus atendimentos nos mais diferentes seguimentos na sociedade?

Egos inflados buscam o interesse próprio, não veem o outro, a não ser o seu próprio umbigo. Enquanto que seres espiritualizados entendem que para poder crescer precisa ajudar o outro a crescer. A avenida da prosperidade é ampla e abundantemente rica; não faz distinção de A ou de B, apenas deseja que haja igualdade e fluidez de recursos. E nesse contexto, é preciso aprender a compartilhar ideias inteligentes e criar em torno de si um ambiente que agregue valor ao próximo, pois isto nos ajuda a trafegar na avenida da prosperidade; ela é feita com pessoas que vivem em abundância.

Agora me responda com sinceridade:

  1. As palavras que você usa edificam, resgata as pessoas ou aniquila e destrói as pessoas?
  2. Você consegue evocar sonhos, novos horizontes nas pessoas, com uma simples palavra ou você vive destruindo os sonhos das pessoas?
  3. As pessoas, com as quais você tem tido contato, gostam das palavras que você proclama, porque lhes causam bem estar ou preferem ficar distantes de você porque você costuma causar mal estar nas pessoas?

Lembremos que as palavras são como pedras, tanto podem destruir como edificar. É preciso usá-las com sabedoria. O sábio sabe que é melhor ouvir que falar, e quando fala o faz com prudência e eficácia. Infelizmente, não poucos, se utilizam da palavra para iludir, enganar, tirar vantagens dos menos instruídos. Especialmente num país onde a população não é muito chegada a uma boa e salutar leitura. Da mesma forma, se queremos falar com eficiência e eficácia, precisamos abraçar o hábito da leitura. Até porque, conhecimento gera conhecimento. E – repito - quando aprendemos a compartilhar ideias inteligentes e criar em torno de si um ambiente que agrega valor ao próximo, estamos nos permitindo trilhar na avenida da prosperidade, a qual é feita com pessoas que vivem em abundância.

Meus queridos, por onde vocês estão trafegando?

Vocês têm atraído ou afastado as pessoas de vocês mesmos?

Permitam-me lhes dizer mais uma coisa: mesmo que, por ventura, alguém decida falar só por falar e preferir agir com inverdades, saiba que o universo nos devolve aquilo que semeamos.

Quando lhe for dado à oportunidade de falar em público o faça como se estivesse falando para você mesmo. Lembre-se que a você foi concedido à oportunidade de poder expor suas ideias. Procure dar o seu melhor quando estiver com as pessoas, para que elas possam se sentir marcadas positivamente por aquilo que você fala. Fale de uma maneira que as pessoas queiram te ouvir, fale de forma em que você esteja envolvido com o seu interlocutor, fale de uma forma onde as pessoas sintam-se bem com você e queiram lhe ouvir mais. Fale o necessário. Seja honesto com o próximo e, essencialmente, com você.

E finalmente, quero deixar registrado aqui três benefícios para você que deseja se comunicar bem:

  1. O universo gira em nosso favor – quando somos honestos conosco mesmo e com o que está a nossa volta, o universo nos retribui. O universo nos retribuirá com aquilo que oferecermos a ele, então, seja ético e propague prosperidade;
  2. Alegria e satisfação com o bem estar dos outros – é impressionante como encontramos pessoas que sentem prazer em propagar o mal e a destruição do próximo, lembremos que educação gera educação;
  3. Amizade e admiração – as pessoas costumam admirar àquelas que são verdadeiras com elas. É importante deixar um legado e transformar a vida das pessoas positivamente. Por este motivo que a comunicação deve ser clara e verdadeira.

Caríssimos, a arte de falar em público pode até ser aprendida em cursos de oratória ou em palestras motivacionais, ou com um treinamento em coaching, mas a nobreza de caráter é para poucos. Permita-se ser um nobre e propague satisfação e bem estar na vida daqueles que compartilham o dia com você. Reflita sobre isto e sucesso em seus empreendimentos. Afinal de contas, devemos empreender sempre!

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