Como evitar os 10 erros comuns em SEO no e-commerce
Como evitar os 10 erros comuns em SEO no e-commerce

Como evitar os 10 erros comuns em SEO no e-commerce

Conheça os 10 erros cometidos mais comuns e como evitá-los

“Por que o site do meu e-commerce não aparece bem posicionado nas pesquisas do Google se nós fazemos tudo certinho?”. Esta é uma das questões que mais costumamos ouvir de empresas que entram em contato conosco insatisfeitas com os seus resultados em SEO.

É claro que cada caso tem suas peculiaridades, mas o que constatamos é que o trabalho de SEO, em geral, não está tão “certinho” quanto se pensa. Otimizar sites para mecanismos de busca é complexo e dinâmico, ainda mais para lojas de e-commerce que trabalham com várias páginas de produtos e categorias. Estima-se que o Google, o buscador mais utilizado no Brasil, com mais de 80% da preferência dos internautas, possui cerca de 200 regras para avaliar se um site merece estar nas primeiras posições de suas pesquisas ou não. Cada regra tem um peso, que pode variar a cada mês, semana ou até mesmo ao longo do dia.

Periodicamente o Google também cria novos conjuntos de regras (algoritmos), batizados com nomes de animais (panda, pinguim, colibri etc.) para acabar com práticas consideradas desonestas e estimular as empresas a aprimorarem seus sites. O objetivo é aumentar a qualidade do conteúdo e, por consequência, proporcionar maior satisfação às pessoas que fazem as pesquisas.

Se acompanhar as mudanças já é difícil para os profissionais de SEO, imagine então para quem não é. Quando o trabalho é feito internamente (ou mesmo por agências não especializadas), o problema mais comum é o uso de conceitos e técnicas não só ultrapassados como até proibidos pelo Google. Seu uso pode acarretar inclusive banimento das pesquisas.

Se a sua empresa também passa pela mesma situação, o primeiro passo é aprender quais os erros mais comuns de SEO. Recentemente, a agência americana Fertile Frog criou um infográfico abordando justamente essa questão. Os 10 principais erros listados, e a forma de evitá-los, são:

1) Excesso de palavras-chave nos textos: o Google já sacou que muita gente “entucha” o texto de palavras-chave propositalmente e pune sem dó. Use as palavras-chave ao longo dos textos de forma natural, sem repetições forçadas.

2) Links quebrados: os robozinhos do Google odeiam links que levam a páginas que não existem mais. Faça um monitoramento constante e faça uso do “Redirecionamento 301″ para redirecionar os links antigos para os válidos.

3) Conteúdo copiado: é outra técnica abolida há tempos e que, além de não melhorar o posicionamento nas pesquisas, está sujeita a punição. A nova regra do Google é valorizar conteúdos criados pela própria empresa e que sejam relevantes para quem faz as pesquisas.

4) Conteúdo duplicado: é tão grave quanto o conteúdo copiado, sujeito às mesmas punições, e a solução também é parecida. Monitore constantemente o site em busca de textos e páginas repetidas e crie conteúdos novos e diferenciados não só da própria loja mas também de outros concorrentes.

5) Conteúdo de baixa qualidade: nada de conteúdo feito às pressas somente para preencher espaço e incluir palavras-chave. Conteúdo hoje é rei na internet, e o Google vem procurando aprimorar seus algoritmos para privilegiar nos resultados das pesquisas os sites que efetivamente demonstrem desenvolver textos relevantes para seus usuários. Se quiser aparecer na primeira página das pesquisas é preciso, portanto, investir em uma estratégia de conteúdo com temas de interesse e relevância para o seu público.

6) Títulos iguais para páginas diferentes: monitore os títulos das páginas para se certificar que tenham títulos diferentes para não confundir o Google.

7) Meta-descrições repetitivas: o Google não gosta de preguiçosos que usam as mesmas meta-descrições em várias páginas. É a mesma regra em relação ao conteúdo, é preciso criar descrições persuasivas e coerentes com o conteúdo de cada página, respeitando o limite de 160 caracteres.

8) Links sem crédito: está usando informações provenientes de outros sites? Dê o devido crédito, citando a fonte com o seu respectivo link.

9) Não monitorar o tráfego: se não usar o Google Analytics para monitorar o tráfego, não é possível analisar o impacto do trabalho de SEO. Então instale o recurso já!

10) Otimizar o site com as palavras-chave erradas: esse erro básico é mais comum do que se imagina e a causa é a preocupação da empresa em aplicar técnicas de otimização sem antes definir o seu público-alvo. Tenha um planejamento definido, desenvolva uma estratégia de SEO alinhada com os objetivos de marketing e vendas.

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