Como as empresas poderão passar a crise, sem crises

Perseverança, atitude positiva, pró-atividade e inovação serão essenciais para sobreviver no mercado

O título pode até chamar a atenção do leitor, gerar duvidas e questionamentos. No entanto, dados mostram como alguns setores da economia não sentem profundamente o momento crítico que o Brasil está passando. Um belo exemplo é o aumento da venda de cervejas, liderada pelo grupo Ambev, que no 1º trimestre deste ano obteve um lucro líquido de R$ 2,96 bilhões e que fechou o ano de 2014 com o crescimento de 7,5%, ou seja, cresceu mais que o PIB da China que, apesar da recessão econômica mundial, ainda detém o segundo maior PIB do mundo e a maior previsão do indicador! Outro exemplo aponta que o agronegócio brasileiro foi impulsionado recentemente pela alta do dólar, possibilitando boas margens de ganho tanto para exportação quanto para o produtor, e em alguns momentos a soja para a safra de 2016 rompeu os R$70,00 por saca, dependendo da região. Ou então podemos mencionar o aplicativo UBER que está crescendo de maneira exponencial, fazendo os taxistas perderem algumas noites de sono.

Porém, de modo geral, a situação não está favorável para a maioria das empresas, principalmente à indústria e o comércio. Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Júnior, “quem não fizer ajustes, não fugir dos empréstimos, não fazer cortes e não investir na contínua profissionalização de sua equipe o seu negócio terá séria dificuldade de se manter no mercado”. A própria instituição divulgou que 40% da população ativa do país têm algum tipo de restrição ao crédito e isso significa que 56 milhões de brasileiros, por um problema ou outro, não poderão comprar a prazo no comercio.

Não é novidade que o segredo para vencer a crise é fazer mais com menos, ou seja, vender mais com baixos custos. Porém, por falta de metodologia, o empresário poderá encontrar dificuldades no processo de inovação e na mudança de estratégia. Por isso, a busca por profissionais especializados é de muita importância. Segundo divulgado pela Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – FENACON – a busca por consultorias e assessorias aumentaram de 30% a 50% entre janeiro e junho deste ano. Sendo que os objetivos mais comuns na procura de uma consultoria é o aumento do faturamento e diminuição de custos.

O trabalho do consultor em uma empresa pode ser comparado ao do médico para o paciente. Para que a empresa saia do vermelho ou dê uma alavancada em seus lucros é necessário que seja elaborado um diagnóstico detalhado da empresa e um plano de ação, como se fosse um check-up da saúde da empresa, para que o empresário consiga enxergar, com auxílio do especialista externo, qual é o tratamento adequado. Isto é, o profissional da consultoria trabalhará com foco na principal necessidade de melhoria para aumentar as vendas e/ou reduzir os custos, independente do pessimismo que ronda nossos pensamentos em épocas de crises. Portanto, há luz no fim do túnel e a escolha de melhoria e da busca de um Consultor especializado está nas mãos do empresário que não quer ficar estagnado. Afinal, como diz o jargão popular, em crises podemos escolher chorar ou vender lenços. Qual será sua escolha?

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