Capital de Giro: O Desafio

Este artigo apresenta conceitos básicos e definições sobre capital de Giro e sua importância nas organizações. Visando um conhecimento mais amplo sobre o assunto.

INTRODUÇÃO

Em meio a um cenário constantemente em mudanças, é impossível falar de uma organização de sucesso, sem falar de seus ativos, sejam eles monetários ou não.

Por este motivo a necessidade de conhecer e trabalhar um pouco mais um dos ativos de grande relevância dentro de uma organização e que ao mesmo tempo vem se colocando como um dos fatores de maior preocupação entre gestores, sejam eles administradores e/ou contadores. Até pouco tempo atrás ele não era muito falado. Talvez, fosse bastante conhecida a sua necessidade para fazer funcionar uma empresa, mas não era assim tão discutido e analisado.

Porém, com o passar dos anos, os cenários econômicos em evolução e um mercado cada vez mais competitivo; a valorização deste se torna cada vez mais frequente, visto que é algo que precisa ser constantemente avaliado e monitorado. Sim, estamos falando do capital de giro, este ativo capaz de literalmente fazer "girar uma organização" conforme Dubois.

Neste contexto, o objetivo principal deste artigo é estudar o capital de giro, tentar entender a sua necessidade dentro de uma organização, e sobre tudo a importância que este representa dentro do mercado corporativo, visto que de sua administração quando bem elaborada, poderá se obter grandes lucros e retornos bastante positivos dentro do mercado.

1. CAPITAL DE GIRO

1.1 CAPITAL DE GIRO: CONCEITO

Capital de Giro, o Ativo presente no cenário econômico mundial, nas tantas teorias sobre mercado financeiro, que em um determinado período, une administradores e contadores em torno de seu conhecimento, responsável pelo sucesso e também pelo fracasso de uma empresa, ativo este que engloba e mede os investimentos operacionais de uma organização. Pode ser um dos responsáveis diretos pela saúde financeira de uma instituição precisa ser gerenciado, uma tarefa complexa e ao mesmo tempo necessária dentro de uma instituição.

Conforme Lunelli em seu artigo publicado no site Portal de Contabilidade "Capital de giro é o conjunto de valores monetários necessários para a empresa fazer seus negócios acontecerem (girar)."

O Capital de giro é, um conjunto de valores necessários para o bom andamento de uma empresa, uma vez que este ativo está diretamente associado às fontes, as quais a empresa necessita para financiar seu crescimento. Possível dizer que muito do crescimento de uma empresa hoje, depende de uma boa gestão de capital de giro. "Uma vez que este recurso auto financia a atividade principal de uma empresa" conforme descrição no site Wikipedia. Em outras palavras, é o capital necessário que dá vida a organização, que faz fluir seus processos de compra e venda, literalmente faz girar o dinheiro dentro da empresa. Corresponde a uma parcela de capital de curto prazo aplicada pela empresa em seu ciclo operacional.

Se partir para uma explanação mais contábil deste ativo, é possível afirmar que para se ter uma boa administração de capital de giro, precisamos ter um nível aceitável de capital circulante líquido, e isto só será possível se tiver uma maneira eficiente e efetiva de administrar as contas de ativo e também de passivo circulantes, uma vez que, estes serão bases para se chegar a um capital de giro, positivo ou não. Os estudos e o monitoramento destes, deve ser permanentes, uma vez que se deseja ter um retorno positivo dentro deste contexto.

Toda a empresa deve manter um mínimo possível de capital de giro, uma vez que, os ativos circulantes devem ser capazes de cobrir o passivo circulante, e se possível com alguma margem de segurança. Logo, volta-se a falar de administração eficiente, uma vez, que estes ativos circulantes precisam ser muito bem administrados para que se possa garantir a liquidez da instituição.

O capital de giro tanto pode ser bruto, neste caso é composto pelo Ativo Circulante, quanto líquido, composto pelo resultado de (Ativo Circulante – Passivo Circulante). Porém não podemos deixar de destacar que o funcionamento do capital de giro, dá-se a curto prazo, conforme destaca Lima.

Corrobora Assaf, quando ressalta que "temos duas formas de identificação do capital de giro", que estarão sendo trabalhadas na sequencia. São elas: o Capital de Giro Líquido (CGL) ou Capital Circulante Líquido (CCL) e ainda o Capital de Giro Próprio (CGP).

O primeiro, Capital de Giro Líquido ou Capital Circulante Líquido, é a interpretação mais usual. De maneira geral, é a diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante, ou seja: CGL (CCL) = Ativo Circulante – Passivo Circulante. Se partirmos para um enfoque mais rigoroso chegamos ao Capital Circulante Líquido, que representa a parcela de recursos de longo prazo (recursos estes permanentes) aplicada em itens ativos de curto prazo (circulantes). Logo é posível dizer que o CCL representa a parcela de financiamento total de longo prazo que excede as aplicações também de longo prazo. Pode ser calculado da seguinte maneira: CGL (CCL) = (Patrimônio Líquido + Exígivel a Longo Prazo) – (Ativo Permanente + Realizável a Longo Prazo), ou seja, um cálculo envolvendo grande parte das contas de balanço. Tanto as contas de Aplicações como de Origens. O volume de Capital Circulante Líquido de uma dada empresa, pode ser usado para análise de seu grau de liquidez e risco. Porém para análises e conclusões mais razoáveis o CCL isoladamente torna-se insuficiente, é preciso ter uma verificação mais analítica quanto aos elementos que o compõem. Até porque cada empresa apresenta-se de uma forma, que as diferencia de acordo com seu mercado de atuação, ou seja, cada empresa possui seu próprio fluxo de caixa, o qual atende a suas necessidades operacionais.

O que permite concluir, que podemos ter um CCL baixo ou negativo, e ao mesmo tempo a empresa possuir boa liquidez. E ao mesmo tempo pode-se ter uma instituição com CCL alto mas convivendo com dificuldades de caixa, o que pode ser ocasionado, por exemplo, por um baixo índice de giro de duplicatas a receber.

O segundo, Capital de Giro Próprio (CGP), variável que determina o volume de recursos próprios da empresa, que depende do comportamento das contas Patrimônio Líquido e Ativo Permanente. Pode ser calculado de maneira simplificada e bastante adotada pelo mercado, calculando pela simples diferença entre Patrimônio Líquido e o Ativo Permanente. Neste cálculo a medida revela o volume de capital próprio da empresa que está financiando o ativo circulante e o realizável a longo prazo. Mas esta maneira não identifica rigorosamente os recursos próprios da empresa.

1.2 A FINALIDADE

A finalidade do capital de giro é saciar a empresa de recursos financeiros necesários para a realização de suas operações. E este ativo é composto de valores em caixa, Estoques, contas a receber, e também é fornecido pelos sócios , através do capital próprio e lucros acumulados que fazem parte do patrimônio líquido da empresa, além destes, também por meio de terceiros como Bancos e Fornecedores.

Seu objetivo central é, "gerir de forma eficiente as contas de ativo e passivo circulante" de acordo com Menezes. Somente com esta gestão adequada será possível alcançar o equilíbrio entre lucratividade e risco. Indicadores estes que estão atrelados à gestão de capital de giro como já citado anteriormente.

Por toda esta composição é que surge a grande necessidade de se controlar rigorosamente este ativo, visto que não depende unicamente de um valor, mas sim de um emaranhado de valores que precisam ser bem definidos, calculados e ajustados de acordo com as reais necessidades da empresa.

Falar de capital de giro é falar de contabilidade e administração, duas ciências que se misturam neste contexto e que serão de extrema importância para uma boa gestão deste recurso. A própria contabilidade já destaca a necessidade de classificar seus ativos de acordo com sua liquidez, o que de certa forma envolve o capital de giro, Marion destaca a classificação das disponibilidades, "dinheiro disponível (caixas e bancos) e valores que serão transformados, convertidos (duplicatas a receber)" visto que os credores costumam ter mais interesse na liquidez da empresa e na suficiência de seu capital de giro, uma vez que a eficácia deste ativo transmite equilíbrio, lucratividade e vitalidade ao capital de funcionamento.

E enquanto administradores, financeiros ou não, existe todo o contexto de mercado que precisa ser estudado, avaliado e bem gerindo uma vez que este recurso, também está diretamente ligado a estas condições. Além disto para que uma administração seja eficaz é necessário que as pessoas responsáveis por esta (administradores) tenham conhecimento da hora exata de aumentar e/ou diminuir seus valores correntes, seus fluxos de caixa, seus ativos e passivos, mas isto claro com uma visão mais holística da situação, pensando sim nas questões de lucratividade, receitas, despesas e liquidez da instituição. Pensando desta forma não somente no momento atual da instituição, mas sim com vistas para o futuro, de como a empresa vai estar e vai posicionar-se no mercado a longo prazo. E além disto, é função sim de um bom administrador, ver sua instituição com um olhar crítico, analisando como o mercado estará enxergando a mesma, através de qual ótica a empresa deseja ser vista.

Uma empresa que possui bons resultados, bem gerida, administrada, com liquidez, sempre irá despontar no mercado econômico mundial.

2. CAPITAL DE GIRO: OS DESAFIOS

O capital de giro representa, em média, 30 a 40% do total dos ativos de uma empresa. Já o capital permanente por sua vez possui um peso maior sobre o total dos ativos, atingindo entre 60 e 70%. Mesmo não representando o percentual maior dos ativos de uma empresa, o capital de giro exige um esforço do administrador financeiro maior do que aquele requerido pelo capital fixo. Uma vez que este precisa ser acompanhado permanentemente, pois está continuamente sofrendo o impacto das diversas mudanças enfrentadas pela organização. Portanto, o capital de giro é o sacrifício financeiro que a empresa deve manter disponível para financiar seu ciclo operacional.

Importante ressaltar que neste ciclo há o envolvimento direto de aquisição de materiais de uso direto, bem como para formação de estoques, há também os estoques de produtos acabados e o recebimento de valores referentes à comercialização (compra/venda) de seus produtos, bens e serviços.

Haja vista que estes fatores estão sim interligados no funcionamento do Capital de Giro, conforme Brasil "O Crescimento do CDG, se de caráter permanente, é uma origem de fundos a longo prazo. Além disso, as decisões tomadas no âmbito do CDG, por serem estratégicas, são indivisíveis e irreversíveis e influenciam de forma permanente o resultado das operações".

Fica evidenciado na teoria mencionada acima, uma realidade constante em nossa sociedade. Em um mundo totalmente globalizado, onde nossa economia sofre constantemente sobressaltos, é cada vez mais necessário se ter uma boa gestão de capital de giro, visto que os principais fatores que abalam este ativo são as reduções de vendas, o crescimento da inadimplência, o aumento das despesas financeiras e consequentemente o aumento dos custos, fatores estes que direta ou indiretamente estão ligados à globalização e logo a oscilações do mercado econômico. Um dos fatores mais atingidos é a redução das vendas. Não podemos esquecer que em determinados seguimentos a concorrência se faz presente cada vez mais, além disto, temos as frequentes entradas de produtos de outros países em nosso território, o que faz baratear os preços e com isto muitas vezes às empresas para não perder o cliente acabam optando por baixar os preços, o que seria resolver parte do problema, uma vez que o cliente está mantido, porém a margem de lucro sofrerá diminuição. Isto também precisa ser avaliado.

Há uma relação direta e, sobretudo frequente entre capital de giro x redução de vendas. Muitas perdas de capital de giro estão diretamente ligadas à redução de vendas. É neste momento que precisa sobressair à capacidade de um bom administrador financeiro para avaliação e correção quando necessário dos fatores envolvidos dentro deste contexto, a fim de evitar uma crise maior.

Nesta luta para sobreviver, a empresa acaba sendo arrastada pelos problemas de gestão do capital de giro e tende a sacrificar seus objetivos de longo prazo. Os empresários conhecem bem este fenômeno. Boa parte de seu tempo é consumido apagando incêndios, onde o foco mais perigoso reside no capital de giro.

No momento em que o capital de giro sofre constantes e frequentes alterações, sejam de crescimento e/ou decréscimo, a empresa fica suscetível ao efeito Tesoura. Efeito este que teve seu conceito desenvolvido por Michel Fleuriet e equipe, e foi publicado no livro A Dinâmica Financeira das Empresas Brasileiras. Para que ocorra este efeito, é preciso que se tenha um saldo negativo em tesouraria, e para isto, basta que o Investimento operacional em giro (após seguidos exercícios sociais) seja maior que o capital permanente líquido. Logo, será necessário também um constante acompanhamento do saldo de tesouraria, este não pode permanecer por muito tempo no negativo. Pois se os lucros da empresa não são suficientes para financiar o aumento da necessidade de capital de giro, será necessário recorrer a fundos externos, que podem ser empréstimos tanto a curto como a longo prazo, ou ainda um possível aumento em dinheiro do capital social. Neste momento, não havendo condições de alterar este capital social, e não sendo possível o benefício temporário do empréstimo, esta empresa corre sério risco de manter sua própria sobrevivência.

O efeito tesoura, expressão adotada por Fleuriet, corresponde à representação gráfica do efeito da evolução das vendas sobre a necessidade de capital de giro. Este fenômeno ocorre quando o saldo de Tesouraria se torna negativo e crescente, o que produz um hiato entre as curvas da NLCDG – Necessidade Líquida de Capital de Giro e do CDGP – Capital de Giro Próprio.

O Efeito Tesoura x Capital de Giro possuem relação direta e precisam ser administrados. O planejamento da evolução do saldo de Tesouraria é fundamental nas empresas, a fim de evitar o "efeito tesoura". Esta "evolução do saldo de Tesouraria depende de variáveis que afetam a Necessidade de Capital de Giro (NCG), o Autofinanciamento e, sobretudo as decisões de níveis estratégicos" segundo Fleuriet, estes fatores podem sim modificar o Capital de Giro. Os dois primeiros, em grande parte são determinados pelo nível de atividade da empresa, área de atuação. Enquanto que o terceiro envolve uma administração mais pura e detalhada, ou seja, saber a hora certa de tomar determinadas decisões. É necessário que haja um equilíbrio entre o Capital de Giro e a Necessidade de Capital de Giro dentro da organização.

Portanto administrar o capital de giro de uma empresa significa avaliar o momento atual, as faltas e sobras de recursos financeiros, estar atento aos acontecimentos do mercado e principalmente saber à hora certa de tomar decisões na empresa, sejam elas de compras e/ou vendas. Sejam grandes ou pequenas negociações, o importante é saber à hora certa de investir e/ou recuar.

Uma boa administração de capital de giro, só será possível se for levado em conta 03 situações, dilemas:

a) Os ativos precisam ter uma liquidez compatível Ou seja, os ativos precisam ser positivos, ter liquidez suficiente para custear os custos da empresa.

b) Liquidez X Rentabilidade Qualquer instituição que deseje ser vista com potencial perante o mercado econômico, precisa ter liquidez e, sobretudo precisa ser rentável. Com a atual situação de mercado que temos, nenhum investidor irá interessar-se por uma ação, ou uma negociação com uma empresa que nos últimos meses não apresentou rentabilidade em seu negócio.

c) Administração dos ativos circulantes Administração é indispensável para uma empresa que almeje sucesso. E administrar seus ativos circulantes, é sim necessário, uma vez que estes são as disponibilidades que a instituição tem disponível para sobreviver, além de direitos que serão realizados a curto prazo. E que seus recebimentos implicam em uma saúde financeira ainda mais positiva.

3. CONCLUSÃO

O objetivo principal deste estudo foi conhecer um pouco mais sobre Capital de Giro, saber o impacto que este pode causar em uma organização e, sobretudo identificar os desafios e riscos que envolvem este ativo.

Frente a uma constante oscilação do mercado econômico, parece irônico dizer que para se obter estabilidade financeira dentro de uma instituição, é necessário à busca do equilíbrio financeiro. Objetivo maior da administração de capital de giro, que será possível principalmente, pela obtenção de um nível de estoque compatível com as necessidades da empresa; investimentos proporcionais em créditos a clientes; critérios de gestão de caixa e de passivos circulantes, coerentes com um nível de rentabilidade ótima e liquidez segura.

Importante ressaltar que para manter o equilíbrio desta situação, será necessária uma administração constante, voltada tanto para a situação interna da empresa, quanto para o mercado externo. Uma vez que, este interfere diretamente neste contexto. Neste ponto, voltamos a falar do quão importante torna-se a figura de um Administrador neste cenário. De suas análises, estudos e decisões dependem o sucesso e o fracasso de uma organização.

O estudo do capital de giro é fundamental para o administrador financeiro e para profissionais que atuam na área financeira de um modo geral. Por ser um assunto voltado completamente à área financeira da empresa, e por ter uma relação com a área estratégica desta. Além disto, impossível falar de capital de giro sem associá-lo a área contábil, uma vez que este além de ser um ativo dentro da instituição também está diretamente ligado às contas de ativo e passivo. Como já citado anteriormente é evidente a importância de uma junção entre Administradores e Contadores neste assunto, visto que a união destes dois profissionais é bastante importante para uma boa gestão de capital de giro.

O planejamento financeiro é uma grande fonte de soluções para o administrador contribuir para uma maior eficácia organizacional. Logo o gerenciamento do capital de giro é um componente vital para a "saúde" dos negócios e, também, essencial ao crescimento e à continuidade das operações.

É possível concluir que uma determinada empresa ao iniciar suas atividades recebe dois tipos de investimentos, um considerado investimento fixo e o outro que irá para uma reserva de recursos financeiros, o primeiro será responsável pela aquisição dos itens necessários para o funcionamento da empresa, enquanto que o segundo será utilizado conforme as necessidades financeiras da empresa ao longo de sua existência e, é este segundo que está sendo trabalhado aqui, este é o capital de giro, este recurso muitas vezes indispensável para o sucesso de uma empresa. Que pode se tornar causador de grandes lucros, mas também de grandes prejuízos.

Sem a intenção de esgotar o assunto, sugere-se um estudo mais aprofundado dos elementos que constituem o capital de giro, através da coleta de dados e informações mais precisas sobre os aspectos operacionais de uma empresa real, sejam eles Fluxos de Caixa, Controle de Saldos de Tesouraria, acompanhamento dos ativos da instituição, controle de estoques, compras e vendas, enfim limitando-se às Demonstrações Contábeis obrigatórias, por serem insuficientes para uma análise mais confiável.

BIBLIOGRAFIA

Administração do Capital de Giro. Disponível em . Acesso em 18/05/2010

ASSAF NETO, ALEXANDRE Finanças Corporativas e Valor. 2ª ed., 2. reimpressão – São Paulo: Atlas, 2006.

BRASIL, V. HAROLDO; BRASIL, G. HAROLDO Gestão Financeira das Empresas Um modelo dinâmico. 4ª ed., 5. reimpressão - Rio de Janeiro: Qualitymark, 1992.

Capital de Giro. Disponível em . Acesso em 18/04/2010.

Capital de Giro. Disponível em . Acesso em 04/06/2010.

DUBOIS, ALEXY Gestão de Custos e Formatação de Preços: conceitos, modelos e instumentos: abordagem do capital de giro e da margem de competitividade . 3ª ed. – São Paulo: Atlas, 2009.

Estratégia, Crescimento e Administração do Capital de Giro. Disponível em . Acesso em 27/05/2010

FLEURIET, MICHEL; KEHDY, RICARDO; BLANC, GEORGES O Modelo Fleuriet: a dinâmica financeira das empresas brasileiras: um novo método de análise, orçamento e planejamento financeiro – Rio de Janeiro: Campus, 2003.

MARION, JOSÉ CARLOS Contabilidade Básica. 9ª ed. – São Paulo: Atlas, 2008.

REINALDO, LUIZ LUNELLI Artigo: Necessidade de Capital de Giro. Disponível em . Acesso em 04/04/2010.


ExibirMinimizar
aci institute 15 anos compartilhando conhecimento