Benefícios do Seis Sigma

Com a desaceleração do crescimento industrial e a grande recessão que vive o país a metodologia Seis Sigma se torna cada vez mais uma necessidade nas empresas sejam elas privadas ou governamentais, manufatureiras ou de serviços. É bem sabido que os CEOs devem desempenhar um papel de protagonismo na implementação da metodologia não sendo mais aceito somente ser coadjuvante nesse processo olhando apenas como expectador. As empresas benchmark na utilização do Seis Sigma como GE, Motorola, Allied Signal, Dupont , Bank of American e Honeywell tiveram seus CEOs como motores propulsores de sua implementação, o que infelizmente ainda na vemos com tanta freqüência em empresas brasileiras

Com a desaceleração do crescimento industrial e a grande recessão que vive o país a metodologia Seis Sigma se torna cada vez mais uma necessidade nas empresas sejam elas privadas ou governamentais, manufatureiras ou de serviços. É bem sabido que os CEOs devem desempenhar um papel de protagonismo na implementação da metodologia não sendo mais aceito somente ser coadjuvante nesse processo olhando apenas como expectador.

As empresas benchmark na utilização do Seis Sigma como GE, Motorola, Allied Signal, Dupont , Bank of American e Honeywell tiveram seus CEOs como motores propulsores de sua implementação, o que infelizmente ainda na vemos com tanta freqüência em empresas brasileiras.

Em muitas situações temos pessoas dentro das organizações que acreditam na metodologia mais ainda não possuem o “buy in” dos executivos. Diante desse tipo de situação dois tipos de estratégias podem ser adotadas para alcançar o nível de patrocínio necessário.

Estratégia 1: Apresentar as alternativas.

Estratégia 2: Ilustrar aplicações.

Com a estratégia 1 o impacto financeiro das seguintes alternativas édeterminado e apresentado para lideranças influentes dentro da companhia.

  • Não fazer nada diferente: esta tende a ser a melhor alternativa, mas antes de tomar a decisão de usá-lo o (Custo de Não se Fazer Diferente ou CNFD) que pode ser entendido também como Custo da Não Qualidade, deve ser determinado e comparado com o (Custo de Fazer Diferente ou CFD) evidenciando sempre a vantagem da segunda em relação à primeira métrica. Quando calcular o CNFD, considere tendências futuras que podem inclusive fazer com que a empresa saia do mercado.

  • Implementar o Seis Sigma como uma estratégia de negócios: com essa abordagem, uma infra-estrutura deve ser criada, na qual projetos de melhoria chaves seguem uma metodologia estruturada e estão diretamente vinculadas às métricas estratégicas do negócio. Suporte executivo é um elemento extremamente necessário! A estratégia de negócios Seis Sigma tem maior benefício se for executada com sabedoria.

  • Implementar o Seis Sigma como um programa: essa abordagem terá um maior foco no treinamento do Seis Sigma e suas ferramentas bem como sua aplicação prática. A aplicação de seleção desses projetos não necessariamente estará alinhada diretamente com as necessidades do negócio. Essa abordagem é tende a ser mais fácil que implementar o Seis Sigma como uma estratégia de negócios porém o risco da metodologia se tornar somente uma “moda” é muito alto não capturando o patrocínio necessário para colher os grandes benefícios financeiros.

Com a estratégia 2 uma situação altamente visível é escolhida. A situação selecionada deve ter causado muitos problemas e situações de “apagar fogo” dentro da companhia. Dados deste processo deverão ser coletados e apresentados por carta de controle. Com esses dados os seguintes tópicos deverão ser inclusos na apresentação para lideranças influentes na organização.

  • Custo da Não Qualidade/Custo de Não se Fazer Diferente, incluindo custos se conviver com o “apagar incêndios” e implicações de tendências futuras se algo diferente não for feito.

  • Roadmap de como a situação poderia ser melhorada através da aplicação bem elaborada das técnicas do Seis Sigma.

Para as companhias, mensagens de melhoria, estratégias ou mesmo discussões com executivos precisam acontecer no timing correto. Geralmente as empresas tem uma atitude Puxada (usando o termo do Lean) para atitudes de solução e melhoria ao contrário de Empurrar a informação, note-se que nesse caso o sistema Empurrado seria melhor já que presume-se que seria uma forma pró ativa de melhoria. Geralmente a mudança usualmente ocorre quando a dor é tão grande que algo diferente tem que ser feito por questões de sobreviência.

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